Piauí

Ciganos são os principais suspeitos na "Operação Nômade" da PF

A delegada Larisse também explicou porque alguns membros da comunidade cigana foram conduzidos coercitivamente.
ISABELA DE MENESES
16/05/2017 13h28 - atualizado

A “Operação Nômade” deflagrada na manhã desta terça-feira (16), pela Delegacia de Repressão a Crimes contra o Patrimônio e ao Tráfico de Armas, da Superintendência Regional da Polícia Federal do Piauí, que está buscando desarticular uma quadrilha acusada do arrombamento da Agência dos Correios de Pimenteiras em 2016, as investigações apontam para pessoas de uma comunidade cigana como principais envolvidas no caso e todos são do Maranhão.

De acordo com a Delegada Larissa Magalhães, da Polícia Federal, as conduções foram bastantes colaborativas, pois apontaram para pessoas com envolvimento no roubo. Larissa também explicou porque alguns membros da comunidade cigana foram conduzidos coercitivamente. “Nós tínhamos imagens deles com o alvo principal do evento, inclusive comprando o carro utilizado no assalto. Então eles foram conduzidos para que explicassem quem era essa pessoa, porque eles estavam com essa pessoa comprando esse veículo”.

  • Foto: Isabela de Meneses/ViagoraDelegada da Polícia Federal Larissa MagalhãesDelegada da Polícia Federal Larissa Magalhães

A Delegada disse ainda que por enquanto a certeza é que eles fizeram o assalto em Pimenteiras, que não pode dizer se estão envolvidos em outros assaltos. “No Maranhão um deles já responde processo, já foi preso por isso. Um dos conduzidos residia em Brasília, e sete já foram ouvidos. Por enquanto a gente ainda está investigando”.

Todos os conduzidos serão ouvidos na sede da Polícia Federal no Piauí e depois liberados. Até o meio dia desta terça-feira (16), nenhum dos dois mandados de prisão foram cumpridos e as diligências continuam. 

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