Piauí

Eletrobras faz atendimento móvel para negociação de dívidas

A Agência Móvel de Atendimento para negociação encontra-se primeiramente na zona norte de Teresina.
VITOR FERNANDES
06/06/2017 16h33 - atualizado

A Eletrobras Distribuição Piauí realiza operação de recuperação de créditos que oferece aos consumidores que estão em dívida com a empresa a Agência Móvel de Atendimento, onde podem negociar o pagamento de faturas em aberto. A ação começou a partir das 7h30 desta terça-feira (6) e vai se concentrar, em primeiro momento, nos bairros Matadouro, São Joaquim, Parque Alvorada, Mafrense, Mocambinho, Marquês, Primavera, Aeroporto, Cabral, Porequanto e Centro Norte.

  • Foto: Divulgação/EletrobrasA Agência de Atendimento Móvel fica até sexta (09) na praça do Mocambinho a serviço dos consumidores.A Agência de Atendimento Móvel fica até sexta (09) na praça do Mocambinho a serviço dos consumidores.

Nesta terça e quarta (7), a operação se concentra na praça do Mocambinho e nos dias 08 e 09, na praça do Gari, no bairro Marquês. A Agência Móvel ficará estacionada na praça do Mocambinho ao longo dos quatro dias da operação de recuperação de créditos.

“Os clientes poderão aproveitar as condições especiais da Campanha de Negociação de Débitos e quitarem as faturas em atraso com 100% de descontos sobre juros e multas para pagamento à vista”, destacou Gileno Pontes, gerente do departamento de Faturamento e Recebíveis da Eletrobras.

Gileno, justifica a escolha da zona norte nessa primeira parte das operações de recuperação de créditos que vão ser realizadas em Teresina e explica como funciona a ação.

“Vamos tentar resgatar esses créditos. A zona Norte representa quase 50% dos consumidores inadimplentes na capital. Serão 30 equipes trabalhando com previsão de fazer até quatro mil cortes. A Empresa irá atuar para coibir qualquer tentativa de religação à revelia da concessionária”.

A gerente do departamento de Serviços Técnicos-Comerciais da Eletrobras, Adail Viana, disse que as operações também vão acontecer nas demais zonas da cidade, que vão receber o serviço em regime de mutirão.

A dívida atual dos consumidores chega a R$ 95 milhões.

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