Piauí

Governo diz que subconcessão da Agespisa não prejudica servidores

Segundo o presidente do sindicatos dos engenheiros do Piauí, Antônio Florentino Filho, a Aegea poderia não manter contratos de trabalho.
VITOR FERNANDES
30/06/2017 17h41 - atualizado

O Governo do Estado do Piauí alegou que transição da gerência do sistema de água e esgoto da capital não trará prejuízos a servidores. O grupo empresarial Aegea, através da empresa Águas de Teresina, vai assumir o sistema a partir do mês de julho de 2017.

O presidente do sindicatos dos engenheiros do Piauí (Senge), Antônio Florentino Filho, disse que recebeu informações do presidente da Agespisa, Emanuel Bonfim, que a subconcessão da companhia prejudicaria cerca de 600 terceirizados com a medida, já que os contratos seriam suspensos e caberia à Aegea decidir se manteria os contratos ou não.

O Instituto de Águas, a Emgerpi e Agespisa afirmam que têm estudado alternativas para a realocação dos funcionários lotados na área operacional que será repassada para a subconcessionária.

O diretor-geral do Instituto de Águas, Francisco Costa, disse que será feito um mapeamento dos profissionais para verificar o melhor lugar para colocá-los. “Vamos fazer toda uma avaliação com as particularidades de cada empregado para que possamos definir melhor seu reaproveitamento em alguma entidade ou órgão do Governo do Estado, como também aproveitando dentro da sede da própria Agespisa, bem como para atender a realidade aqui do entorno de Teresina”, disse o gestor.

O Governo do Estado afirmou que a empresa Águas de Teresina está absorvendo os empregados terceirizados e parte dos comissionados da Agespisa, de forma que não haverá demissões durante a transição dos serviços de saneamento. Os demais servidores serão realocados.

Os funcionários receberão orientação na primeira semana de julho para saberem o novo local de trabalho. A empresa Águas de Teresina deverá investir R$ 1,7 bilhão no sistema de saneamento de Teresina.  

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