Piauí

Mulheres indígenas do Piauí passarão por rastreamento de câncer

No trabalho de rastreamento será realizado o exame papanicolau em 250 mulheres, na faixa etária dos 25 a 64 anos.
ISABELA DE MENESES
03/05/2017 09h50 - atualizado

As mulheres indígenas que residem no Piauí serão atendidas no mutirão de rastreamento do câncer do colo do útero, no período do dia 1º a 30 de maio, em iniciativa da coordenação da Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi), com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), além de secretarias municipais de Saúde.

No trabalho de rastreamento será realizado o exame papanicolau em 250 mulheres, na faixa etária dos 25 a 64 anos, que serão feitos por médicos ginecologistas e enfermeiros alunos da Residência Multiprofissional em Saúde da Família da Universidade Estadual do Piauí (Uespi). A etapa de processamento e análise das lâminas com o material coletado será de responsabilidade do Laboratório Central do Estado (Lacen).

Segundo Epifânio Ferreira, coordenador da Comissão Técnica do Distrito Sanitarista Especial Indígena do Piauí (Dsei/PI) os profissionais serão preparados para a atuação. "Anterior aos exames, haverá capacitação de agentes comunitários de saúde sobre a incidência desse tipo de câncer, para fortalecer a abordagem e sensibilização nas visitas às comunidades indígenas”

As equipes das coordenações de Equidade e da Saúde da Mulher da secretaria realizarão uma abordagem individual voltada para a prevenção do câncer do colo do útero e também roda de conversa sobre a importância dos exames, para preparar as mulheres indígenas para os exames.

A localidade de Nazaré, do município de Lagoa de São Francisco, irá receber no período de 03 a 06 de maio. Já na comunidade Kariri, em Queimada Nova, acorre no período de 8 a 13. As comunidades de Tabajara e Capitão de Campos, no município de Piripiri recebem entre os dias 15 a 20.

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