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Três municípios piauienses conquistam destaque no ranking do Firjan

São joão do Piauí, Pimenteiras e São Gonçalo estão entre os 100 maiores do estudo.
GABRIEL SOARES
14/08/2017 12h23 - atualizado

Os município de São João do Piauí, Pimenteiras e São Gonçalo são os municípios piauienses mais bem colocados no ranking nacional do índice da Firjan de Gestão municipal, no exercício de 2016, além de figurar entre as 100 cidades com melhor desempenho no estudo.

O índice é uma ferramenta de controle social cujo o objetivo é otimizar a utilização dos recursos pelos gestores municipais, bem como estimular a responsabilidade no trabalho da máquina pública. 

“Esta é uma importante conquista para a gestão destes três municípios. Por isso queremos parabenizar a todos os gestores piauienses em seu esforço para conseguir resultados e obedecer às rigorosas normas de administração pública, destacando aqui os três municípios que estão entre os 100 primeiros no índice IFGF da FIRJAM”, parabenizou o presidente da APPM, Gil Carlos, prefeito de São João do Piauí, primeira colocada no ranking do Piauí.

  • Foto: Facebook/Gil CarlosGil CarlosGil Carlos

O presidente da APPM, ressaltou que a responsabilidade fiscal resulta em queda da popularidade em inicialmente, mas os resultados positivos surgem em médio e longo prazo. “Planejamos e estamos trabalhando para São João do Piauí ser um município exemplar em 10 anos. E sei que muitos prefeitos piauienses têm este mesmo propósito”, declarou.

 No Brasil, as prefeituras são responsáveis por administrar um quarto da carga tributária brasileira, ou seja, mais de R$ 461 bilhões. O montante supera o orçamento do setor público da Argentina e do Uruguai somados.

O IFGF é construído a partir dos resultados fiscais das próprias prefeituras, informações de declaração obrigatória e disponibilizadas anualmente pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN).

O Índice de 2017 (ano de referência 2016) avaliou a situação fiscal de 4.544 municípios, onde vivem 177,8 milhões de pessoas (87,5% da população brasileira). Mesmo com a lei, os dados do exercício fiscal 2016 de 1.024 prefeituras não estavam disponíveis ou não eram consistentes (informações que não foram passíveis de análise).

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