Documentário “Várzea: Onde Nasce o Futebol” mostra a porta de entrada para jogadores profissionais
A produção dá espaço para Cafu e o jogador Raphinha, que possuem conexão com os campos de terraO documentário “Várzea: Onde Nasce o Futebol” mostra um lado pouco explorado do futebol na mídia, em que a bola é jogada longe dos grandes estádios, em campos improvisados, no meio das favelas e comunidades. A Netflix lançou a produção brasileira no último sábado (20), sob direção de Alec Cutter.
Na série, acompanhamos ao longo de três episódios, algumas equipes amadoras de São Paulo, como o Raça Ruim, o Milianos, o Asa e o Maranhão Esporte Clube, conhecido como MEC, na disputa da Copa Pionner, a taça mais cobiçada por jogadores da várzea paulista.
O documentário mostra a vida simples dos jogadores da periferia, bem como as dificuldades enfrentadas pelas equipes e a violência que cerca esse tipo de competição nas favelas.
A produção dá espaço para Cafu, que levantou a taça do penta, e o jogador Raphinha, que possuem conexão com os campos de terra. Ambos saíram do futebol amador das comunidades e ganharam espaço no esporte globalmente.
A série apresenta personagens interessantes e histórias que ajudam a entender a importância da várzea para milhares de pessoas, com depoimentos de atletas, dirigentes e ex-jogadores profissionais.
Por: Kauwany Araújo