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Bancada Nordestina se reúne para tratar ações de desenvolvimento

O coordenador da bancada, deputado Júlio César (PSD), reuniu 40 representantes na Câmara dos Deputados nessa quarta.
  • DA REDAÇÃO
12/09/2019 09h20 - atualizado

Nessa quarta-feira (11) o coordenador da Bancada Nordestina, deputado federal Júlio César (PSD), reuniu mais de 40 deputados para tratar de obras paradas e investimentos na região.

A ocasião aconteceu às 8h no salão principal da Câmara dos Deputados, reunidos, parlamentares discutiram obras da Transnordestina, a transposição do Rio São Francisco, bem como a renovação da lei de renegociação das dívidas rurais e a aplicação de recursos para o desenvolvimento da região Nordeste. No próximo dia 25 a reunião da bancada será com o ministro da Economia, Paulo Guedes, para analisar repercussões da reforma da Previdência e também a reforma Tributária.

O coordenador da bancada, deputado federal Júlio César (PSD), afirmou que é preciso dar mais eficiência as ações de investimento e desenvolvimento. Os presidentes do Banco do Nordeste, Romildo Rolim, e o presidente da Conab, Newton Araújo Silva Júnior estiveram presentes e pontuaram resultados positivos da instituição financeira. “O Banco do Nordeste teve em seis meses um lucro de mais de R$ 700 milhões e tem a maior aplicação da história do Nordeste. Hoje é o órgão mais importante da região, mas precisamos ainda fortalecer mais”, comentou o presidente.

Júlio César ainda comentou sobre a proposta de recriar a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), aplicada de 1997 a 2007, com uma taxa atual de 0,2% a 1% das transações financeiras. “Isso pode chegar a R$ 150 bilhões e por outro lado o governo vai desonerar a folha de pagamento, e tirar as isenções do Imposto de Renda de Pessoa Física. Ou seja, tira de um lado e coloca de outro. Por isso, pedimos ao superintendente da Receita Federal para informar as contas do que tira e do que sai para tomarmos uma posição. O que é importante é gerar emprego e renda, mas sem aumentar a carga tributária existente no país”, finalizou o coordenador da Bancada Nordestina.

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