Política

Confira quais deputados do Piauí votaram para tirar Coaf de Moro

Por 228 votos a 210, o plenário da Câmara dos Deputados aprovou a volta do Conselho de Controle de Atividades Financeira (Coaf) para o Ministério da Economia.
23/05/2019 09h00 - atualizado

Na noite dessa quarta-feira, 22 de maio, por 228 votos a 210, o plenário da Câmara dos Deputados aprovou a volta do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) para o Ministério da Economia.

O órgão de inteligência financeira e combate à lavagem de dinheiro havia sido transferido para a pasta de Sérgio Moro, o Ministério da Justiça e Segurança Pública, ainda no plano original do governo Bolsonaro.

A pedido de deputados da base do governo, aprovado pelo presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a votação sobre o destino do Coaf foi nominal.

  • Foto: DivulgaçãoDeputados piauienses que compareceram à votação sobre o destino do Coaf.Deputados piauienses que compareceram à votação sobre o destino do Coaf.

Dos dez deputados que compõem a bancada piauiense, apenas Júlio César (PSD) votou a favor da permanência do órgão com Sérgio Moro. Rejane Dias (PT), Merlong Solano (PT), Flávio Nogueira (PDT), Iracema Portela (Progressistas), Margarete Coelho (Progressistas), Marcos Aurélio Sampaio (MDB), Marina Santos (Solidariedade) e Átila Lira (PSB) votaram para transferir o Coaf para o Ministério da Economia. O deputado Assis Carvalho (PT) não compareceu à votação.

A volta do Coaf para a pasta da Economia foi votada em um destaque apresentado ao relatório do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) sobre a medida provisória 870, que trata da reforma administrativa.

Orientaram votos para tirar o Coaf de Sérgio Moro os líderes de partidos de oposição (PT, PSOL, PCdoB, PDT e PSB) e de siglas do chamado “Centrão” (Progressistas, MDB, PTB, PRB, DEM, Solidariedade e PR). Encaminharam votos pela continuidade do órgão na pasta da Justiça e Segurança Pública os líderes de PSL, partido de Bolsonaro, PROS, Podemos, Cidadania, Novo e PV. Liberaram os deputados, diante de divergências internas, PSDB e PSD.

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