Coronavírus no Piauí

Deputados pedem a Wellington e Firmino reabertura do comércio

Os deputados Henrique Pires e Themístocles Filho enviaram um requerimento ao governador e ao prefeito de Teresina pedindo a reabertura de setores do comércio.
27/03/2020 15h35 - atualizado

Nesta sexta-feira, 27 de março, os deputados estaduais Henrique Pires (MDB) e Themístocles Filho (MDB) protocolaram um requerimento ao governador Wellington Dias (PT) e ao prefeito de Teresina, Firmino Filho (PSDB), pedindo que sejam feitas alterações nos decretos assinados pelos gestores para que algumas atividades do comércio e da indústria voltem a funcionar no estado do Piauí.

O requerimento pede, especificamente, a reabertura da atividade comercial nos seguintes setores: construção civil, materiais de construção, autopeças, lojas de conveniência, clínicas médicas e odontológicas, oficinas mecânicas, borracharias, restaurantes, escritórios de contabilidade e de advocacia, lanchonetes, indústrias e agroindústrias.

  • Foto: ViagoraDeputados Henrique Pires e Themístocles Filho.Deputados Henrique Pires e Themístocles Filho.

De acordo com os parlamentares, esses setores deverão adotar medidas de proteção aos seus funcionários e cumprir as regras de higienização de forma rigorosa, assim como devem fornecer Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para evitar a contaminação pelo novo coronavírus.

“Eu e o presidente Themístocles estamos vendo que setores pontuais podem voltar sim, porque não tem muita movimentação, como Construção Civil, Contabilidade, Odontologia. Fizemos esse requerimento baseado em conversas com profissionais destas áreas”, explicou Henrique Pires.

Ele ainda destacou a necessidade de manter em isolamento os grupos considerados de risco. “Não podemos voltar às aulas. Não sou a favor que shoppings voltem. Temos que cuidar dos idosos, das pessoas dos grupos de risco. Agora esses setores pontuais devem voltar”, falou.

Segurança

O deputado fez algumas observações sobre a segurança nos setores que retomarem suas atividades. “É exigido que esses setores, ao retornarem, mantenham um número máximo de 50% do seu quadro de funcionários, para que possam assim desenvolver suas atividades, podendo até mesmo fazer rodízio dos seus colaboradores”, esclareceu Henrique Pires.

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