Piauí

Dr. Pessoa se reúne com Conselho Municipal de Saúde em Teresina

Na ocasião foram apresentados novos membros do conselho que visam discutir sobre melhorias no sistema de saúde da capital.
21/10/2021 14h00 - atualizado

Prefeito de Teresina Dr Pessoa Visita o concelho municipal de sau

Na manhã desta quinta-feira (21), o prefeito de Teresina, Dr. Pessoa e o presidente da Fundação Municipal de Saúde, Gilberto Albuquerque, se reuniram na Central do Sistema Único de Saúde (SUS) da capital para a apresentação de novos membros do Conselho Municipal de Saúde (CMS).

Na ocasião, Dr. Pessoa disse que fez parte do conselho por aproximadamente 20 anos e que todas as tratativas relacionadas a saúde passam pelo CMS.

“Eu fiz parte desse conselho por mais de 15 a 20 anos, é um conselho gratuito, ninguém ganha pelo conselho, mas aqui sai as tratativas relacionadas a verificação, a ampliação, as decisões da saúde passam pelo conselho municipal”, disse.

O prefeito afirmou que vai trabalhar em parceria com os conselheiros de saúde de maneira organizada pensando no usuário do serviço.

“Quero trabalhar em parceria com todos os conselheiros, tratando os assuntos de maneira ordeira e republicana, pensando sempre no usuário deste serviço”, afirmou.

Gilberto Albuquerque explica que o conselho é representado por prestadores de serviços da saúde e pelos próprios usuários, com a função de fiscalizar e discutir com os órgãos envolvidos, soluções melhores para a saúde do município.

“O Conselho Municipal de Saúde tem representantes de todas as classes sociais de usuários, de prestadores de serviço, do próprio serviço público. Então ele tem uma representação do povo. Ele tem a função de fiscalizar, acompanhar, sugerir, de discutir com os órgãos envolvidos soluções melhores para o andamento da saúde. Para nós é essencial um conselho desses. O braço da gestão junto com o usuário e com o prestador de serviço, então ele faz essa integração”, explicou.

De acordo com a Prefeitura de Teresina, o CMS é formado por 64 conselheiros titulares e seus respectivos suplentes. A distribuição das vagas é proporcional, ou seja, 50% usuários, 25% trabalhadores da saúde e 25% prestadores de saúde e gestores. 

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