Piauí

Elmano Férrer faz balanço de sua atuação no Senado Federal

Em pronunciamento feito ontem (09), ele destacou sua atuação para aumentar a segurança pública e combater a violência no país.
10/07/2018 19h58 - atualizado

O senador Elmano Férrer (Pode-PI) fez um balanço das suas atividades no primeiro semestre deste ano no Senado Federal. Em pronunciamento feito ontem (09), ele destacou sua atuação para aumentar a segurança pública e combater a violência no país.

  • Foto: Josefa Geovana / ViagoraSenador Elmano FérrerAo centro, o senador Elmano Férrer

De acordo com a Agência Senado, ele é autor de um projeto que cria o inquérito policial eletrônico, em que os documentos são assinados digitalmente e armazenados em arquivo único, para acelerar a atividade policial e permitir o compartilhamento de informações.

Outra proposta de Elmano é a que condiciona o livramento condicional, a suspensão condicional da pena e a progressão de regime de pessoas condenadas à coleta de material biológico para integrar a rede integrada de bancos de perfis genéticos.

“Essa rede, criada há alguns anos, armazena dados para facilitar a identificação de criminosos quando há vestígios biológicos, como cabelo, pele, esperma, saliva ou sangue. A identificação genética de autoria é extremamente precisa e segura. Ajuda a encontrar criminosos e a livrar inocentes”, disse Elmano.

O senador destacou ainda o projeto que destina carros apreendidos e não identificados às forças de segurança e o que exige testes de impacto de todos os veículos comercializados no país.

Sobre a escassez de água que atinge o Piauí, o senador defendeu a implantação de uma adutora, que pode beneficiar até 600 mil pessoas no semi-árido do estado, e comemorou a aprovação do projeto que institui normas gerais para revitalização da bacia do Rio Parnaíba.

Ao lembrar o rompimento da barragem de Algodões, ocorrido em 2009, Elmano Férrer sugeriu que a Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) avaliasse, neste ano, a política nacional de segurança de barragens. Segundo ele, das 23 mil barragens existentes no país, 19 mil ainda não foram classificadas quanto ao risco de rompimento.

Mais conteúdo sobre:

Mais na Web