Coronavírus no Piauí

Escolas particulares avaliam data de retorno no Piauí

A categoria terá uma reunião com representantes da Prefeitura da capital para discutir protocolos para a retomada das aulas.
01/07/2020 08h15 - atualizado

O presidente do Sindicato das Escolas Particulares do Piauí, Marcelo Siqueira, disse nessa terça-feira (30), que até o momento não há uma data definida para o retorno das aulas presencias no estado.

De acordo com Marcelo Siqueira, a categoria terá uma reunião com representantes da Prefeitura de Teresina para discutir protocolos para a retomada das aulas de forma presencial, e diz que o retorno deve ocorrer em um momento seguro.

“Nós temos reuniões agendadas com a prefeitura para a próxima semana para que nós comecemos a discutir esse protocolo do retorno e as datas. Não temos ideia ainda de quando, mas esperamos conversar e no melhor momento, que seja segura pra todos, os que pais tenham segurança, que seja bom para as escolas”, disse Marcelo.

Segundo o presidente do sindicato, as escolas estão de acordo a tomar todas as medidas necessárias para garantir a segurança de funcionários e alunos, e a retomada deve ser feita assim que a prefeitura e o Estado sinalizarem que é o momento certo.

 “As escolas estão dispostas a propiciar o ambiente mais salubre possível, com tudo que a gente possa fazer. Estamos abrindo janelas nas salas, estamos preparando um protocolo de retorno, e assim que a prefeitura e o Estado se sentirem seguros nesse sentido, nós estamos de mãos dadas e vamos retornar com a segurança que as escolas vão conseguir dar aos pais”, comenta o presidente do sindicato.

Marcelo Siqueira não descarta a possibilidade de retomada das aulas presenciais apenas com uma quantidade restrita de alunos, modelo que será adotado nas escolas do estado de São Paulo, e ressalta a importância das instituições realizem atividades para avaliar o gral de aprendizagem dos alunos após a retomada.  

“Sim, porque o Concelho Estadual de Educação ele na sua resolução já autorizou aulas mistas, ainda falta algumas regulamentações, mas com essa possibilidade a gente pode trabalhar com uma parte da sala presencial e a outra em casa e até as coisas irem voltando a sua normalidade. Quando a questão dos conteúdos, o Concelho Nacional de Educação também estuda algumas alternativas. Primeiro, o ano civil não coincide com o ano escolar, a gente pode entrar um pouco no ano seguinte. Segundo, alguns conteúdos desse ano podem ser acumulados para o ano que vem, e é muito ingressante que todas as escolas no retorno de suas aulas presencias façam uma atividade diagnóstica para saber em que pé os alunos estão de aprendizagem, para que a gente possa fazer uma recuperação”, explica Marcelo Siqueira.  

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