Piauí

Evangelina Rosa foi o 1º hospital público a testar pacientes da Covid-19

Segundo o Governo do Piauí, com base nos dados, o índice de mortalidade do novo coronavírus na Maternidade Dona Evangelina Rosa é menos que 0,5%.
06/11/2020 16h15 - atualizado

O Governo do Piauí informou que a Maternidade Dona Evangelina Rosa foi o primeiro hospital público do Piauí a testar os servidores e pacientes contra a Covid-19, afastando aqueles que tiveram o diagnóstico positivo e os que fazem parte do grupo de risco da doença.

De acordo com o Estado, ainda no mês de março foi criada na unidade uma ala específica com 20 leitos para as mães com a doença, além da criação de uma unidade de Terapia Intensiva (UTI) materna com 10 leitos e mais outra nova ala para filhos de mães que testaram positivo para ficarem em observação.

Conforme o Governo do Piauí, devido as medidas adotadas pela equipe multiprofissional, no último boletim epidemiológico a maternidade contabilizava 359 internações de pacientes com a Covid-19 e 336 altas médicas. Ainda com base nos dados, o índice de mortalidade do novo coronavírus na Maternidade dona Evangelina Rosa é menos que 0,5%.

Segundo o diretor-geral da maternidade, o médico Francisco Macêdo, na entrada da unidade foi instalado um stand com consultório e recepção para receber gestantes e orientar, classificar o risco e encaminhar para o local indicado.

““Se a gestante for orientada a ir para casa, será instruída a fazer isolamento social. As que tiverem que ser internadas na MDER, a Casa está preparada para receber [...] Todos os setores da Evangelina Rosa estão orientados e treinados para trabalhar no combate e plano de contingência à pandemia da covid-19”, reforça.

O diretor da Evangelina Rosa ressalta que foi criada uma força-tarefa, desde março deste ano, incluindo pacientes e servidores. A maternidade, em parceria com o Laboratório Central (Lacen), separou 2 mil testes para fazer retestagem nos servidores “e isso está sendo feito, servindo inclusive de estudo e verificando falso positivo ou falso negativo e reinfecção”, acrescenta o diretor.

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