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Justiça decreta sequestro de bens e imóveis de Geraldo Alckmin

De acordo com a Polícia Federal, o valor será usado para compensar prejuízos causados aos cofres públicos.
05/08/2020 16h28 - atualizado

Nesta quarta-feira (05), a 1ª Zona Eleitoral de São Paulo decretou o sequestro de bens e imóveis de até R$ 11,3 milhões relacionados ao ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, do ex-tesoureiro da campanha, Marcos Antônio Monteiro e Sebastião Eduardo Alves de Castro, ex-asssessor da Secretaria de Planejamento do mandato do ex-governador.

De acordo com a Polícia Federal (PF), que fez o pedido para Justiça, os valores foram sequestrados para ressarcir os prejuízos gerados por crimes de corrupção passiva.

  • Foto: DivulgaçãoEx-governador de São Paulo, Geraldo AlckminEx-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin

Por meio de nota, o presidente do PSDB de São Paulo, Marco Vinholi, afirmou que a decisão judicial irá comprovar a idoneidade de Geraldo Alckmin. Na última quinta-feira (30), a Justiça aceitou a denúncia feita pelo Ministério Público contra o ex-governador do estado de São Paulo por corrupção passiva, caixa dois e lavagem de dinheiro.

Confira a nota:

O pedido de bloqueio de bens de Geraldo Alckmin demonstrará, ao final, a idoneidade do ex-governador que, tendo sido quatro vezes governador do maior estado do país, mantém patrimônio e padrão de vida modestos. O PSDB de São Paulo reitera sua confiança em Alckmin, cuja conduta no exercício dos diversos cargos ocupados em seus mais de 40 anos de vida pública sempre foi pautada pela ética e pelo respeito à lei e o dinheiro público. Marco Vinholi - Diretório PSDB SP.

Com informações da Revista Oeste.

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