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Lira diz que auxílio emergencial deve ser de R$ 250 e será pago até junho

Segundo Arthur Lira, será discutida pelo Legislativo e o Executivo uma maneira de tornar permanente o programa.
  • LAÍS VITÓRIA
01/03/2021 11h29 - atualizado

Nesta segunda-feira (01), o presidente da Câmara, deputado Arthur Lira (PP-AL), afirmou que a primeira parcela do novo auxílio emergencial deverá ser pagar ainda neste mês.

Segundo ele, ao todo serão dadas quatro parcelas de R$ 250,00, nos meses de março, abril, maio e junho, mas a decisão final cabe ao Ministério da Economia.

O deputado acrescentou que, durante os novos pagamentos, será discutida pelo Legislativo e o Executivo uma maneira de tornar permanente o programa de transferência de renda.

No domingo (28), Lira, ao lado do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), encontrou-se com o presidente da República, Jair Bolsonaro, e o ministro da Economia, Paulo Guedes, para tratar do auxílio emergencial, vacinação e pautas prioritárias do governo.

Segundo o deputado, até maio o Brasil terá 140 milhões de vacinas a mais para a campanha de imunização contra a Covid-19. "Se as perspectivas continuarem correndo bem, com fabricação no Brasil e chegando doses prontas, poderemos ter 140 milhões de doses para março, abril e maio", destacou.

Conforme Lira, os deputados vão enviar ao Senado a proposta de reforma administrativa aprovada. E, dentro de pelo menos 6 meses, o Congresso entregará ao país uma nova reforma tributária.

O presidente da Câmara comentou que não é hora de se pensar em Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre a Covid-19, como querem parlamentares contrários ao presidente Bolsonaro. Na opinião dele, não é hora de parar o Congresso para ver quem errou ou acertou, mas focar as ações e discutir o melhor para o país sair dessa pandemia. 

O deputado disse não ter tido tempo para se debruçar sobre os pedidos de impeachment contra Jair Bolsonaro, mas também não vê urgência nessa discussão. Em sua argumentação, afirmou que o ex-presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ficou bem mais tempo que ele no comando da Câmara, com os pedidos em mãos e, mesmo assim, não deu andamento a nenhum deles.

Com informações do R7.

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