Piauí

Lojistas do Shopping da Cidade de Teresina reclamam de queda nas vendas

Para os maioria dos vendedores a circulação de pessoas nos estabelecimentos continua abaixo do esperado.
02/10/2021 12h40 - atualizado

Shopping da cidade

Com a necessidade de isolamento social, causado pela pandemia da Covid-19, grande parte dos ambulantes tiveram suas fontes de renda interrompidas, além de suas rotinas alteradas. Mesmo com o relaxamento das medidas de isolamento social, permissionários do Shopping da Cidade, em Teresina, relatam dificuldades nas vendas de suas mercadorias.

Para os maioria dos vendedores a circulação de pessoas nos estabelecimentos continua abaixo do esperado. É o caso da dona Alice, que possui um box no local há oito anos, onde vende capinhas de celulares, além de outros acessórios.

A proprietária relatou ao Viagora  que o número de vendas diminuiu. Segundo ela, isso se deve por conta da pandemia de coronavírus. No momento da entrevista, a permissionária não havia vendido nenhum de seus produtos.

Após quase um ano de pandemia, quando puderam realizar a retomada das atividades, mas com algumas restrições, os ambulantes da capital sentiram uma queda no número de clientes, o que reflete no faturamento dos estabelecimentos.

‘’Não tem vendas. Não estamos vendendo nada’’, disse a vendedora de roupas do Shopping da Cidade Ana Alice. Em entrevista ao Viagora, a permissionária contou que depois da reabertura do Shopping, antes fechado por conta dos decretos da prefeitura, o número de vendas deu apenas uma pequena melhorada.

Outra permissionária que trabalha no local, aferindo a pressão arterial, Triglicérides e diabetes, dona Zilda Vaz, relatou que as vendas estão paradas. Para complementar a renda, a senhora passou a vender máscaras em sua pequena banca, desde a chegada da pandemia.

O Shopping da Cidade teve sua inauguração no dia 29 de junho de 2009. A proposta inicial era retirar os camelôs das ruas do Centro da capital. A obra demorou dois anos para ser concluída e teve seu orçamento em R$ 16 milhões. Ao todo, 1.915 pontos de comercio foram abertos para abrigar os ambulantes.

Os produtos vendidos variam da castanha de caju até produtos eletrônicos como celulares, aparelhos de som, CDs e DVDs. Diversas famílias tiram o sustento das mercadorias vendidas no estabelecimento.                                                                                                                                            

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