Piauí

MP discute sobre violência doméstica e familiar na Vila Irmã Dulce

O momento foi conduzido pela promotora de Justiça Maria do Amparo Paz, coordenadora do Núcleo de Promotorias de Justiça de Defesa da Mulher
  • DA REDAÇÃO
15/05/2019 18h30 - atualizado

Na noite dessa terça-feira (14), alunos do Ensino Fundamental e Ensino Médio da Escola Dom Hélder Câmara, localizada na Vila Irmã Dulce, zona Sul de Teresina, participaram de uma palestra sobre violência doméstica e familiar.

O momento foi conduzido pela promotora de Justiça Maria do Amparo Paz, coordenadora do Núcleo de Promotorias de Justiça de Defesa da Mulher Vítima de Violência Doméstica e Familiar (Nupevid) e titular da 10ª Promotoria de Justiça de Teresina.

“Falamos sobre os mecanismos de proteção e defesa da mulher vítima de violência doméstica e como a população deve agir diante de casos dessa natureza. Também abordamos os direitos das mulheres, de modo a enfrentar a cultura do machismo e violência. Entendemos que a difundir informação e educação é a maneira mais eficaz de proteger esse público e evitar que novos casos de violência aconteçam”, diz a promotora Amparo Paz.

  • Foto: Divulgação/MPPIPalestra na Vila Irmã DulcePalestra na Vila Irmã Dulce

A promotora de Justiça entregou para estudante a camiseta produzida para o projeto "Papo na obra", que visa à conscientização de trabalhadores da construção civil contra a violência doméstica e familiar

A coordenadora pedagógica do Ensino Fundamental, Ana Maria, explica que o objetivo é incentivar os alunos a refletir sobre o tema da violência doméstica e familiar. “Diante do alto número de casos como esse, que acontecem no nosso Estado, e que inclusive já aconteceram com alunos da escola, sentimos a necessidade de abordar esse assunto. Então, nós procuramos a Promotora Amparo Paz, que é uma profissional capacitada para falar sobre isso, para conversar com os nossos alunos. Apenas a educação é capaz de mudar a realidade de uma comunidade. Com as informações que os alunos tiveram nessa palestra, eles poderão refletir e, quem sabe, mudar o contexto em que vivem”, afirma.

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