Política

"Não há fundamento jurídico", diz Dr. Pessoa sobre ação de Kleber

O emedebista afirmou que não há fundamento jurídico que possa prejudicar sua candidatura a prefeito de Teresina.
10/11/2020 12h20

A coligação Para Cuidar da Nossa Gente, encabeçada pelo candidato Dr. Pessoa (MDB), emitiu uma nota de esclarecimento sobre uma ação judicial impetrada pela coligação encabeçada por Kleber Montezuma (PSDB), solicitando a cassação do registro de candidatura do emedebista e do seu candidato a vice, Robert Rios (PSB).

Conforme menciona a nota, não há nenhum fundamento jurídico que possa prejudicar a candidatura do ex-deputado.

“Não há nenhum fundamento jurídico que possa prejudicar a candidatura do Dr. Pessoa para prefeito de Teresina. Ocorre que o candidato Dr. Pessoa é médico colaborador da Associação Beneficente a Favor da Vida e da Esperança, tendo realizado milhares de cirurgias gratuitas, especialmente em favor da população de baixa renda”, cita o comunicado.

  • Foto: ViagoraDr. Pessoa e Kleber MontezumaDr. Pessoa e Kleber Montezuma.

A nota afirma ainda que Dr. Pessoa não recebia valores da associação pelos atendimentos e que a ação é “reflexo de desespero eleitoral”.

“Dr. Pessoa nunca recebeu nenhum valor da citada Associação Beneficente e não serão ações judiciais, reflexo de desespero eleitoral, que farão Dr. Pessoa parar de fazer o bem e desenvolver a sua missão de médico”, diz.

A coligação Para Cuidar da Nossa Gente ainda acusa Kleber Montezuma de utilizar empresa que contratou quando foi secretário municipal para realizar atos de pré-campanha a seu favor.

“Noutro ponto, esta coligação acredita que o registro de candidatura que deverá ser cassado pela justiça é o do candidato da situação, por ter utilizado a empresa 3Gen, que ele mesmo contratou enquanto gestor, para realização de possíveis atos de pré-campanha a seu favor. Ocorre que o candidato Kleber Montezuma, enquanto secretário de Educação do Município, contratou a empresa 3Gen duas vezes, por quase R$ 700 mil, por inexigibilidade, e esta realizou possíveis atos de pré-campanha a seu favor, motivo pelo qual o Ministério Público investiga o caso, tendo requerido à administração municipal a cópia integral de todo o processo de inexigibilidade e o pedido de cassação de seu registro de candidatura, conforme processo 0600817-07.2020.6.18.0001”, mencionou a nota.

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