Piauí

OAB-PI diz que morte da advogada Izadora Mourão não passará impune

Segundo o presidente da OAB-PI, Celso Barros Coelho Neto, a Ordem dos Advogados atua contra atos de violência e ressalta que a morte de Izadora não ficará impune.
13/02/2021 17h54 - atualizado

Após a morte da advogada Izadora Santos Mourão, a Ordem dos Advogados do Brasil, Secção Piauí (OAB-PI), emitiu uma nota de repúdio e lamenta o assassinato ocorrido na manhã deste sábado (13) na cidade de Pedro II.

O presidente da OAB-PI, Celso Barros Coelho Neto, destacou que recentemente Izadora Mourão havia participado da Conferência Nacional da Mulher Advogada. O presidente ressalta que a OAB atua contra atos de violência e que a morte da advogada não ficará impune.

  • Foto: DivulgaçãoAdvogada Izadora Santos MourãoAdvogada Izadora Santos Mourão

“Não há palavras que conforte a todos nesse momento diante de um crime bárbaro. Estivemos com Izadora na Conferência Nacional da Mulher Advogada e ela estava ali com a sua disposição e amizade com todos da delegação do Piauí. Vamos acompanhar o caso para que se faça justiça”, disse Celso Barros em nota.

O crime ocorreu na manhã deste sábado (13) após a advogada receber uma mulher que vende roupas. Izadora foi encontrada morta dentro do quarto com uma perfuração no pescoço.

Confira a nota da OAB-PI

A Ordem dos Advogados do Brasil, Secção Piauí, repudia e manifesta o seu profundo pesar pelo assassinato da Advogada Izadora Santos Mourão, ocorrido neste sábado (13). A diretoria da OAB Piauí decretou luto oficial de 3 dias e está no município de Pedro II, onde ocorreu o crime, prestando toda a assistência à família e cobrando das autoridades policiais providências urgentes e todas as medidas cabíveis.

Lamentando profundamente o crime cometido contra a Advogada em virtude do exercício da sua profissão, o Presidente da OAB Piauí, Celso Barros Coelho Neto, afirmou que o crime não passará impune e que a OAB atuará com veemência contra os atos de violência praticados, ao tempo em que cobrará das autoridades responsáveis que a lei seja cumprida com rigor.

 “Não há palavras que conforte a todos nesse momento diante de um crime bárbaro. Estivemos com Izadora na Conferência Nacional da Mulher Advogada e ela estava ali com a sua disposição e amizade com todos da delegação do Piauí. Vamos acompanhar o caso para que se faça justiça”, declara Celso Barros Neto.

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