Piauí

Pedagoga relata falta de atendimento pelo Plamta em Teresina

O Hospital São Marcos não recebe pacientes beneficiários do Iapep/Plamta, desde o dia 11 de outubro.
  • RAYANE TRAJANO
21/10/2017 09h43

A pedagoga Maria do Rosário Moura vivenciou uma situação de descaso com a saúde pública na madrugada deste sábado (21), quando a mãe precisou de atendimento médico e foi recusado devido ao plano de saúde Iapep/Plamta, em Teresina.

A mãe de Rosário tem 80 anos e sobrevive em casa por meio de aparelhos, pois sofre de problema respiratório grave. Por volta de 1h deste sábado, a idosa passou mal e família a encaminhou para o Hospital São Marcos, mas não conseguiu atendimento.

  • Foto: Street ViewHospital São MarcosHospital São Marcos

“Levei minha mãe entre a vida e a morte no alto dos seus 80 anos para o Hospital São Marcos onde ela ficou 9 meses internada com problema respiratório grave e foi negado o atendimento a ela pelo Plamta e IAPEP sob alegações de que os planos estão suspensos por falta de pagamento, sendo que é descontado mês após mês um alto valor do salário dela”, relatou a pedagoga.

Desde o dia 11 de outubro o Hospital São Marcos não recebe pacientes beneficiários do Iapep/Plamta. A diretoria da unidade informou que o Instituto de Assistência e Previdência Privada do Estado do Piauí (Iaspi) não cumpriu os acordos feitos com o hospital.

“Muita ironia uma técnica de enfermagem que salvou muitas vidas ser tratada como lixo num Hospital onde ela tem toda uma equipe que conhece o problema dela! Tomemos providências!!!!  Socorro senhor Welington Dias !!!!!”, pediu a pedagoga. 

Nota emitida pelo Hospital São Marcos: 

O Hospital São Marcos, ao longo de toda sua História sempre cumpriu seus compromissos junto a seus fornecedores, colaboradores, parceiros e especialmente em relação a seus pacientes, de maneira séria e respeitosa.

Infelizmente, ao longo dos últimos meses, vários acordos firmados com este hospital têm sido rompidos pelo IASPI/PLAMTA, de tal forma que não restou à instituição, em consonância com todos os principais hospitais da capital, outra alternativa que não a de suspender o atendimento a estes convênios, até que todas as pendências sejam sanadas.

A DIREÇÃO

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