Coronavírus no Piauí

Piauí chega a 1.480 mortes e 59.982 casos confirmados da Covid-19

Dos 224 municípios do estado, apenas Arraial e Canavieira não têm casos positivos de coronavírus. A Covid-19 está presente em 99,1% do território piauiense.
08/08/2020 19h40 - atualizado

Nas últimas 24 horas foram registrados, no Piauí, 411 casos confirmados e 11 óbitos pelo novo coronavírus, segundo os dados divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde, na noite deste sábado (8).

Dos 411 casos confirmados da doença, 241 são mulheres e 170 homens, com idades que variam de dois a 92 anos. 

Segundo a Sesapi, seis mulheres e cinco homens não resistiram às complicações do novo coronavírus. Elas eram naturais das cidades de Itaueira (73 anos), Picos (56 anos), Parnaíba (57 anos), Santa Cruz do Piauí (73 anos) e Teresina (29 e 68 anos). Já eles eram de Novo Oriente (96 anos), Parnaíba (41 anos) e Teresina (78 , 82 e 84 anos). 

Dos 224 municípios do estado, apenas Arraial e Canavieira não têm casos positivos de coronavírus. A Covid-19 está presente em 99,1% do território piauiense.

O Piauí possui 59.982 casos confirmados do novo coronavírus e 1.480 óbitos registrados pela doença, em 139 municípios. Deste total, morreram 861 homens e 619 mulheres. 

Dos leitos existentes na rede de saúde do Piauí para atendimento à Covid-19, há 707 ocupados, sendo 414 leitos clínicos, 274 UTIs e 19 leitos de estabilização. As altas acumuladas somam 2.557 até o dia 08 de agosto.

A Sesapi estima que 57.795 pessoas já estão recuperadas ou seguem em acompanhamento (casos registrados nos últimos 14 dias), mas que não necessitaram de internação ou evoluíram para morte.

Com queda na ocupação, Governo aprova plano para desmobilização de leitos

O Governo do Piauí informou que em reunião ampliada, realizada nessa quarta-feira (5), o Comitê de Operações Emergenciais (COE) para Covid-19 aprovou a deliberação de iniciar a desmobilização de leitos hospitalares criados emergencialmente para aumentar a oferta de vagas durante a pandemia. O plano é rescindir gradativamente os contratos com hospitais privados onde há leitos contratados pelo governo, compensando com novas vagas na rede pública de saúde.

A medida se baseia na análise de diversos fatores, especialmente a queda no número de óbitos, reduções no índice de transmissibilidade e de ocupação de leitos hospitalares. Pelo cronograma elaborado pela equipe técnica, a desarticulação iniciará no dia 12, desativando 10 leitos de UTI e mais 10 leitos clínicos em um hospital particular da capital.

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