Polícia

Polícia investiga estelionatário que fingia ser gerente da Caixa

No total 30 pessoas foram vítimas do grupo criminoso, formado por no mínimo cinco pessoas.
  • ISABELA DE MENESES
11/01/2018 08h57 - atualizado

A Polícia Civil do Piauí, por meio do 6º Distrito Policial, localizado na zona Sul de Teresina, está investigando o caso de uma quadrilha de estelionatários que estava aplicando golpes em Teresina e em cidades do interior do Piauí. No total 30 pessoas foram vítimas do grupo criminoso, formado por no mínimo cinco pessoas.

Segundo o chefe de investigações do 6º DP, Joathan Gonçalves,  as vítimas prestaram depoimento e estavam acompanhadas de advogado. A quadrilha se apresentava com nomes falsos e dizia representar o programa ‘Minha Casa Minha Vida’ do Governo Federal, assim, conseguiam informações e quantias em dinheiro das vítimas.

  • Foto: DivulgaçãoLuciano NetoLuciano Neto

O advogado das vítimas disse que um dos criminosos, identificado como Luciano Castro Pompeu Neto, se apresentava como membro da SDU e gerente da Caixa Econômica Federal, para convencer as vítimas. Além disso, também dizia ser sobrinho do senador Elmano Férrer.

Como também, o advogado informou que procurou a Caixa e a SDU para saber se existia algum cadastro em nome das vítimas, mas nada foi constatado. Uma das vítimas informou que foi abordada por Luciano Neto nas proximidades da Caixa, local que ele sempre ficava e que depositou R$ 4.700 na conta do golpista. Mas, também deveria pagar R$ 3 mil quando recebe o imóvel, o que nunca ocorreu.

A promessa é que a casa estaria localizada em um condomínio fechado, na zona sudeste da Capital. A vítima ainda manteve contato por determinado tempo com o estelionatário, mas depois, o rapaz desapareceu, não respondia mais a mulher, que estranhou e resolveu denunciar.

Até o momento os membros da quadrilha não foram localizados. O advogado das vítimas espera que a polícia identifique os acusados, também fazendo o pedido de prisão dos mesmos. 

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