Polícia

Polícia não consegue intimar estudante Marcos Vitor, diz advogado

O advogado Rodrigo Araújo informou que os policiais foram em busca do investigado em Manaus e em Teresina, mas não o encontraram.
30/09/2021 10h23 - atualizado

A Polícia Civil do Piauí, por meio da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), tentou intimar o estudante de medicina, Marcos Vitor Aguiar Dantas Pereira, que está sendo investigado suspeito de abusar sexualmente de crianças da sua própria família, no entanto, ele ainda não foi localizado.

Em entrevista ao Viagora  na manhã desta quinta-feira (30), o advogado das vítimas, Rodrigo Araújo, informou que Marcos não está foragido na expressão jurídica, mas que os policiais foram em busca do investigado em Manaus e em Teresina, porém não o encontraram.

“Em Manaus foi feita uma carta rogatória para a delegacia de lá, o delegado o procurou no antigo endereço, mas não foi encontrado. Tivemos a suspeita de que ele estava aqui (Teresina), até porque ele processou a mãe de uma das meninas aqui no Juizado Especial do Horto. Ele foi procurado também, mas não foi encontrado”, revelou o advogado.

  • Foto: Luís Marcos/ ViagorRodrigoRodrigo

Rodrigo informou também que essa situação pode contribuir para que seja feito um pedido de prisão preventiva contra o suspeito, já que não está colaborando com as investigações iniciais.

"Ele está quase recebendo um mandado de prisão preventiva. Aquele que não contribui com a justiça, para o andamento normal do inquérito está violando a ordem jurídica”, completou.

De acordo com o advogado, o prazo do inquérito é de 30 dias, podendo ser prorrogado para mais 30 dias caso ele não seja encontrado, mas que a Polícia Civil já está trabalhando para localizar o investigado.

Relembre o caso

  • Foto: Divulgação/InstagramMarcos Vitor Aguiar Dantas Pereira.Marcos Vitor Aguiar Dantas Pereira.

Marcos Vitor foi denunciado, pela advogada e estudante de medicina Priscila Karine, suspeito de ter abusado sexualmente da sua filha e de uma prima. Além das duas vítimas, outras duas crianças também denunciaram o estudante nesta semana. 

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