Piauí

PPP do Aeroporto de Parnaíba irá fomentar o turismo no litoral

Segundo a Separc, serão investidos R$ 112 milhões em um prazo de 32 anos de contrato que vai garantir a conservação, implantação de melhorias e operação.
07/06/2021 16h46 - atualizado

O Governo do Piauí, por meio da Superintendência de Parcerias e Concessões do estado (Suparc), informou que a Parceria Público-Privada (PPP) do Aeroporto de Parnaíba que deve ser licitada em julho irá contribuir para impulsionar o turismo na região litorânea do estado.

Segundo a Separc, serão investidos R$ 112 milhões em um prazo de 32 anos de contrato que vai garantir a conservação, implantação de melhorias e operação aeroportuária de qualidade, aumentando a movimentação de passageiros no aeroporto, e destaca que a cidade de Parnaíba é a base para conhecer o Delta, com cerca de 1 milhão de turistas por ano.

  • Foto: Divulgação/Governo do PiauíAeroporto de ParnaíbaAeroporto de Parnaíba

Conforme o empresário do ramo de eventos esportivos, Luciano Uchôa, o aeroporto é fundamental para o estímulo e fomento das regiões turísticas. “No litoral, fazemos o Desafio do Delta do Parnaíba Ultra, que conta, inclusive, com apoio fundamental do Governo do Estado. Atletas de várias partes do Brasil chegam em Teresina e daí precisam conseguir uma condução para chegar a Parnaíba. Um aeroporto funcional vai estimular os atletas para correr o evento no litoral. Seria um grande incentivo, pois essa prova é única em todo o Brasil”, afirma.

De acordo o Estado, a cidade de Parnaíba é considerada pele Ministério do Turismo como Turístico B, que possui elevado número de empregos no setor, estabelecimentos formais no setor de hospedagem e estimativas de fluxo de turistas domésticos e internacionais. Antes da pandemia da Covid-19, Parnaíba recebeu voos comerciais ligando a cidade a pontos importantes como Teresina, Campinas e Fortaleza, operações estas que processou de 2017 a 2019 uma média de 10 mil passageiros.

Ainda segundo o Governo do Piauí, em um dos cenários projetados na PPP mostra uma movimentação esperada, em 2050, de pouco mais de 370 mil passageiros, em função da entrada em operação de novas rotas comerciais domésticas e, também, do aumento da movimentação de aviação geral.

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