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Presidente do PSL, Luciano Bivar é alvo de investigação da PF

O inquérito policial foi instaurado por requisição do Tribunal Regional Eleitoral em Pernambuco (TRE-PE) para cumprir nove mandados de busca e apreensão.

Nesta terça-feira (15), a Polícia Federal deflagrou hoje a Operação Guinhol para investigar crimes eleitorais e associação criminosa envolvendo integrantes do PSL. Desde as primeiras horas da manhã, policiais federais cumprem mandados judiciais em endereços ligados aos investigados.

O inquérito policial foi instaurado por requisição do Tribunal Regional Eleitoral em Pernambuco (TRE-PE) para cumprir nove mandados de busca e apreensão.

Os investigados teriam “ocultado/disfarçado/omitido movimentações de recursos financeiros oriundos do fundo partidário, especialmente os destinados às candidaturas de mulheres, após verificação preliminar de informações que foram fartamente difundidas pelos órgãos de imprensa nacional”.

Segundo a PF, os mandados visam esclarecer se teria havido "burla ao emprego dos recursos destinados às candidaturas de mulheres, tendo em vista que ao menos 30% dos valores do Fundo Partidário deveriam ser empregados na campanha das candidatas do sexo feminino, havendo indícios de que tais valores foram aplicados de forma fictícia objetivando o seu desvio para livre aplicação do partido e de seus gestores”, diz a PF.

O nome da operação, Guinhol, faz referência a uma marionete, personagem do teatro de fantoches criado no século 19, “diante da possibilidade de candidatas terem sido utilizadas exclusivamente para movimentar transações financeiras escusas”.

Sobre a Operação

A Polícia Federal cumpre mandado de busca e apreensão na casa do deputado federal Luciano Bivar, presidente do PSL, em Jaboatão dos Guararapes (PE).  A operação apura o uso de candidatura laranja pelo partido do presidente Jair Bolsonaro na eleição de 2018. 

Com informações da Agência Brasil

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