Política

Próximo prefeito de Teresina enfrentará problemas na saúde, diz Fábio Sérvio

Para o pré-candidato a prefeito de Teresina pelo PROS, os problemas na saúde estão se acumulando devido ao foco no combate à Covid-19 e serão herdados pelo próximo gestor da capital.
16/07/2020 15h30

Apesar da crise provocada pela pandemia do novo coronavírus, os pré-candidatos a prefeito de Teresina já iniciaram suas movimentações para elaborar planos de campanha para as eleições municipais, previstas para acontecer no mês de novembro.

O pré-candidato a prefeito da capital pelo PROS, Fábio Sérvio, comentou em entrevista à TV Cidade Verde que o próximo gestor terá que enfrentar desafios na área da saúde, em decorrência das consequências que a Covid-19 deixará na cidade.

“Hoje temos uma saúde focada 100% na questão da Covid-19, e que tem que ser feito isso, mas a gente precisa entender também que os problemas estão se acumulando. Cirurgias cardíacas, consultas eletivas, tratamento de câncer. Se já demorava na regulação, atendimento, quando isso abrir, quando essa bolha estourar, o gestor vai enfrentar uma série de problemas. Isso tem que ser trabalho de hoje, tem que ser planejado de hoje. Eu não vejo foco nas soluções”, afirmou.

  • Foto: Facebook/Fábio SérvioFábio Sérvio.Fábio Sérvio.

Para Fábio Sérvio, o atual prefeito, Firmino Filho (PSDB), não pode deixar que a questão seja discutida e solucionada apenas pelo próximo governo municipal.

“O mandato do Firmino está acabando. Ele não pode deixar esse levantamento a curto e médio prazo só para o próximo [prefeito]. Ele tem que começar a dialogar com os setores para que a gente possa encontrar as soluções”, disse o pré-candidato.

Fábio declarou ainda que a queda na arrecadação no ano de 2020 trará consequências e que o próximo gestor enfrentará problemas devido à falta de recursos.

“Houve uma queda absurda na arrecadação e isso vai se acumular. Será o primeiro problema a ser enfrentado: a falta de recurso. O segundo é a problemática da economia direta, da iniciativa privada. Nós estamos há mais de 100 dias com queda de produção, vendas, empresas fechando e isso vai se agravar com o passar do tempo”, comentou.

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