Política

“Queremos que o transporte público funcione”, diz Luís André

O vereador disse que a população segue prejudicada com a situação, e espera que com o final da CPI os ônibus possam voltar a circular em até dois meses.
25/08/2021 17h20 - atualizado

O presidente do PSL no Piauí, vereador Luís André (PSL), em entrevista ao Viagora falou sobre o andamento da resolução da problemática do transporte público de Teresina com a entrega do relatório final da CPI.

De acordo com o vereador, o relatório poderá dar uma direção para se chegar a uma solução para a crise no transporte da capital.

  • Foto: Luis Marcos/ ViagoraVereador Luís André (PSL)Vereador Luís André (PSL)

“Nós queremos o bem do transporte público, e que ele funcione, todas as minhas falas foram nesse sentido, a gente não quer culpar nem poder executivo, nem as empresas, quem tem uma solução para o transporte público, a CPI é para isso, é para dar um caminho, para dar ideias, é para dar a solução”, destacou.

André Luís afirma que o desejo é mostrar para os teresinenses que o transporte público pode voltar a normalidade o quanto antes.

“Eu tenho certeza que o vereador Dudu junto com todos os membros querem entrar em um entendimento pra que nós possamos mostrar para a população que o transporte público de Teresina vai voltar o mais rápido possível e, claro com a ajuda do executivo, do Dr. Pessoa e todas as empresas que querem a melhoria do transporte público, que ninguém aguenta mais do jeito que está”, ressaltou.

O vereador pontua que a população segue prejudicada com a situação, e espera que os ônibus possam voltar a circular em até dois meses.

“A população cobra e ninguém tem a condição de pagar seja um uber, um aplicativo, durante esse tempo todo, já tá 6/7 meses sem transporte público. Acredito que até o final do mês a CPI vai dar um direcionamento e acredito que uma melhoria para que nós possamos chamar as empresas junto com o executivo e que em 30 dias, a 60 no máximo, as empresas que querem realmente trabalhar vão entrar em uma harmonia, em um entendimento com o poder executivo”, afirmou.

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