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Sejus entrega novos kits de fardamento aos detentos da Penitenciária Feminina do Estado

Ao todo foram produzidos nesta segunda fase 60 kits de uniformes num total de 360 peças.
    15/08/2012 08h44

     

    Imagem: AsCom SejusClique para ampliarFabricação de fardamento dos detentos (Imagem:AsCom Sejus)Fabricação de fardamento dos detentos
    A Secretaria Estadual de Justiça realizou nesta terça-feira (14), na Penitenciária Feminina de Teresina a entrega dos certificados de conclusão da segunda etapa do curso de Corte e Costura. O curso é resultado de uma parceria entre a Sejus e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural-SENAR, e foi realizado no período de 09 a 20 de julho.

     

    A primeira etapa da oficina de corte e costura foi realizada em março deste ano e teve uma produção de 558 peças de vestuários destinadas as internas da Penitenciária Feminina de Teresina. Já nesta segunda etapa a produção realizada por 15 internas irão contemplar as Penitenciarias de Picos e Parnaíba.

    Ao todo foram produzidos nesta segunda fase 60 kits de uniformes. Cada kit é composto por uma calça comprida, duas bermudas e três camisetas brancas, num total de 360 peças. Durante a realização das duas etapas da oficina permanente de Corte e Costura foram confeccionadas 1.008 uniformes destinados a população feminina do sistema prisional piauiense. No mês de dezembro iniciará a produção para a população masculina.

    Segundo Rosângela Queiroz, diretora de Humanização e Reintegração Social da Secretaria Estadual de Justiça, a Sejus tem uma preocupação constante de promover meios de profissionalização para os internos do sistema penitenciário do Estado. “A Sejus tem a preocupação de está sempre promovendo meios de profissionalização para os presos, para que o retorno dessas pessoas ao convívio em sociedade seja positivo, de forma honesta e digna”, ressaltou.

    As detentas também estão satisfeitas com a oportunidade a elas oferecida. “É uma oportunidade maravilhosa que a Secretaria está nos dando. Estou muito feliz que ações como essas sejam realizadas nos presídios, e assim tenhamos a oportunidade de recomeçar nossas vidas dignamente”, declarou Elisângela Alves, interna da Penitenciária Feminina de Teresina.

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