Piauí

Turismo em Teresina continua superavitário, diz pesquisa

Segundo os dados, visitantes que desembarcaram na capital piauiense, gastaram R$ 18,4 milhões, enquanto os residentes desembolsaram R$ 10,7 milhões com o turismo em outras cidades.
14/12/2020 18h42 - atualizado

Uma pesquisa realizada pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo (Semdec) revelou que a receita turística de Teresina, continua superavitária mesmo com a crise provocada pela Covid-19.

Segundo os dados, visitantes que desembarcaram no aeroporto da capital piauiense, gastaram R$ 18,4 milhões, enquanto os residentes da capital desembolsaram R$ 10,7 milhões com o turismo em outras cidades. A diferença positiva foi de R$ 7,7 milhões.

A pesquisa foi realizada com base no movimento de passageiros no aeroporto da cidade, entre os meses de setembro e outubro de 2020, de acordo com a INFRAERO, cresceu 24,6%.

Essa movimentação levou a um impacto no fluxo de turistas e de residentes em viagem, de 42.910 para 53.421 passageiros embarcados e desembarcados.

O coordenador de Turismo da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo (Semdec), Eneas Barros, disse que a movimentação no aeroporto se recupera a uma média de mais de 25% ao mês. Esse panorama leva a crer que, até março de 2021, serão alcançados os mesmos indicadores do ano passado.

De acordo com a pesquisa, Teresina recebeu, no mês de outubro, 18.642 turistas. Vindos de São Paulo foram 32,72%, de Brasília foram 9,88% e de Pernambuco, 9,57%. Destes, os que chegaram à cidade motivados pelos negócios somam 42% dos visitantes.

Por outro lado 7.768 residentes na capital viajaram para fora da cidade e tiveram como destino, em sua maioria, o estado de São Paulo (34,95%) e Brasília (25,23%), sendo por motivos de lazer (47,11%) ou visita a parentes e amigos (23,71%).

A pesquisa ouviu turistas e residentes somente nos portões de embarque e desembarque do aeroporto de Teresina, durante o período de 21 de outubro a 06 de novembro deste ano. A margem de erro é de 5,44% e nível de confiança 94,56%.

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