Coronavírus no Piauí

Wellington confirma que Piauí comprará 500 mil doses de vacina

Segundo o governador, já existe uma reserva dessas doses com o Instituto Butantan, que devem ser recebidas em setembro.
16/08/2021 11h58 - atualizado

Na manhã desta segunda-feira (16), o governador Wellington Dias confirmou que o Piauí vai comprar 500 mil doses de vacinas contra a Covid-19 do Instituto Butantan. A declaração foi dada durante evento no parque Nova Potycabana em comemoração ao aniversário de Teresina.

Segundo o governador, já existe uma reserva dessas vacinas que devem recebidas em setembro e o objetivo é de imunizar a população com mais de 18 anos até o mês de outubro.

  • Foto: Luis Marcos/ ViagoraGovernador Wellington DiasGovernador Wellington Dias

“Nós fizemos uma opção de compra com o Butantan, onde nós devemos agora em setembro, receber uma cota extra para o Piauí de 500 mil doses, e isso garante uma condição da gente acelerar a vacinação e o objetivo é garantir que a gente tenha toda a população com mais de 18 anos, vacinada até o mês de outubro”, afirmou.

De acordo com Wellington Dias, o contrato entre o Ministério da Saúde e o Butantan, encerra neste mês de agosto e que o instituto anunciou que estaria livre para tratar direto com os estados.

“O Butantan ele encerra em agosto, um contrato para 100 milhões de doses com o Ministério da Saúde, e com base nisso anunciou que estaria livre para tratar direto com os estados, em relação as doses que ele vai seguir produzindo, então neste caso, vários estados se apresentaram, o Piauí também e já conseguimos reservas para essas 500 mil doses previstas para o mês de setembro”, disse.

Wellington Dias ressalta ainda que houve um certo desequilíbrio na distribuição das vacinas devido ao atendimento de pessoas prioritárias, mas que já foi acertado um pleito entre o Fórum dos Governadores do Brasil e os Secretários estaduais e Municipais de Saúde, juntamente com o Ministro Marcelo Queiroga, um termo para que esse reequilíbrio fosse trabalhado.

“Nós tivemos lá atrás uma situação em que haviam critérios de atender pessoas com comorbidades, da área da saúde e isso gerou um certo desequilíbrio, ou situações extras de atendimento e agora nós acertamos um pleito entre o Fórum dos Governadores do Brasil, junto com o Conselho Nacional dos Secretários Municipais e Estaduais de Saúde, e o Ministro Marcelo Queiroga que celebrou um termo em que, a partir da semana passada, trabalha esse reequilíbrio”, afirmou.

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