Política

Wellington Dias solicita apoio a ONU no combate a Covid-19 no país

Wellington enviou ofícios e cartas à ONU e ao Governo do Estados Unidos solicitando prioridade na distribuição de vacinas para o Brasil.
24/03/2021 12h05 - atualizado

Nesta terça-feira (23), o coordenador do tema da vacina no Fórum Nacional de Governadores, presidente do Consórcio Nordeste e governador do Piauí, Wellington Dias, conversou, com a coordenadora interina do Sistema Nações Unidas no Brasil, Marlova Noleto, para pedir apoio da Organização das Nações Unidas (ONU) no combate à Covid-19 no Brasil.

O chefe do executivo estadual piauiense também comentou sobre o plano nacional de vacinação, manifestou o interesse na produção de imunizantes em solo brasileiro e pediu apoio para a aquisição de mais vacinas.

  • Foto: AscomGovernador Wellington Dias.Governador Wellington Dias.

“Por sermos um país propagador de variantes, faço um apelo em nome dos governadores, a respeito da importância do cronograma que foi montado cientificamente para conter o avanço da Covid-19, por meio de mais vacinas. O que estamos pedindo é o cumprimento de um contrato com a iniciativa Covax Facility e a antecipação da transferência tecnológicas estrangeiras para a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) pois, assim, poderemos produzir vacinas aqui e ajudar o mundo”, declarou Dias.

Durante o diálogo, o governador apresentou a real situação do país. “Hoje, o Brasil é considerado o epicentro da pandemia no mundo. Temos vivido um colapso na rede hospitalar que está levando, por um longo período, mortes por faltas de atendimentos. Além das pessoas que recebem atendimentos e morrem, há um aumento da média de óbitos em razão das pessoas que não estão conseguindo atendidos. Em todo o Brasil, estamos atendendo as outras doenças somente em casos de urgência e emergência”, explicou o governador.

Wellington Dias enviou ofícios e cartas à ONU e ao Governo do Estados Unidos solicitando prioridade na distribuição de vacinas para o Brasil. “Pedimos orientações à Marlova Noleto de como tratar nesse diálogo internacional”, finalizou o governador do Piauí.

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