Mais de 1.300 brigadistas voluntários reforçam combate às queimadas no Piauí
Segundo o comandante, todas as brigadas mantêm comunicação permanente com o Corpo de Bombeiros e a Semarh, o que permite atualizações em tempo real e a rápida adaptação das estratégias de combate.O Corpo de Bombeiros Militar do Piauí (CBMEPI) reforçou, nessa sexta-feira (25), a importância das brigadas voluntárias no enfrentamento aos focos de queimadas durante os próximos meses, especialmente nas regiões mais vulneráveis do estado. A iniciativa é resultado de uma parceria da corporação com a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh). Atualmente, mais de 1.300 brigadistas estão preparados para atuar em 95 municípios piauienses.
Segundo CBMEPI, a formação das brigadas faz parte da política estadual de prevenção a desastres ambientais, adotada pela gestão do governador Rafael Fonteles, com foco em áreas suscetíveis à desertificação e queimadas no período de altas temperaturas. O Comando de Operações dos Bombeiros (COB) tem intensificado o monitoramento e as ações preventivas, atuando de forma integrada com a Semarh.
“Pode parecer que as brigadas não tenham a mesma capacidade de uma equipe de bombeiros militares, mas a melhor forma de combater esses focos que surgem nos rincões do nosso estado é justamente com pessoas nativas de cada região. Por isso, mantemos essa parceria fundamental entre governo, prefeituras e voluntários, que reforçam a chegada das equipes dos bombeiros de forma eficaz,” destacou o comandante do COB, coronel Egídio Leite.
Segundo o comandante, todas as brigadas mantêm comunicação permanente com o Corpo de Bombeiros e a Semarh, o que permite atualizações em tempo real e a rápida adaptação das estratégias de combate aos incêndios. “Temos diversas brigadas equipadas, cada uma com um pelotão de pelo menos 15 brigadistas, o que reforça o combate em municípios mais distantes das sedes dos Bombeiros. A população e os próprios brigadistas podem e devem nos acionar sempre que identificarem focos de incêndio. Basta uma ligação para o 193, sem necessidade de ofícios ou e-mails,” reforçou o coronel.