Piauí

Lula recebe título de Doutor Honoris Causa pela UFPI em Teresina

Em seu discurso, Lula valorizou as melhorias na educação do Piauí, desde o seu governo até hoje.
ISABELA DE MENESES
04/09/2017 11h34 - atualizado

Na manhã desta segunda-feira (04), o ex-presidente Lula recebeu o título de Doutor Honoris Causa da Universidade Federal do Piauí (UFPI), a solicitação foi feita pelo professor Antônio José Gomes. A solenidade de entrega do título começou por volta das 10 horas da manhã, no cineteatro da universidade. 

  • Foto: AscomLuiz Inácio Lula da Silva recebe título de Doutor pela UfpiLuiz Inácio Lula da Silva recebe título de Doutor pela Ufpi

Além do ex-presidente, o governador Wellington Dias esteve presente, a vice-governadora Margarete Coelho e outros parlamentares piauienses, como Marcelo Castro (PMDB), que é do mesmo partido do presidente Michel Temer.

  • Foto: DivulgaçãoSolenidade de entrega do título na UfpiSolenidade de entrega do título na Ufpi

Em seu discurso, Lula valorizou as melhorias na educação do Piauí, desde o seu governo até hoje. “Quando fui presidente decidi começar pelo Piauí políticas públicas voltadas para desenvolver a vida nosso povo e tirar o Brasil do atraso”.

Tentativa de não entrega do título

A advogada Sarah Cavalca tentou impedir a entrega do título ao ex-presidente, alegando que ele não possui honra para receber o título devido a processos criminais que está envolvido e alegou também propaganda eleitoral antecipada. 

O juiz Márcio Braga Magalhães, da 2ªVara Federal no Piauí, indeferiu o pedido da advogada, alegando que, “universidade tem liberdade para, através de suas próprias normas, organizar o ensino, a pesquisa e a extensão sem qualquer limitação de doutrina ou de política de graduação ou pós-graduação, definir linhas de pesquisa, criar, organizar, modificar e extinguir cursos, [...], além de conferir graus, diplomas, certificados e outros títulos acadêmicos”. Ele indicou intimação ao Ministério Público Federal para integrar a lide e emitir parecer no momento oportuno e não o poder judiciário.

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