Zagueiro Alison terá torcida especial no jogo do Náutico com o Palmeiras
Zagueiro ganha segunda chance como titular do Timbu no Brasilerão.
O zagueiro Alison vai engatar os segundo jogo consecutivo como titular do Náutico, o primeiro nos Aflitos. Ele terá na torcida fãs especiais que saíram da cidade potiguar de Parnamirim para ver o defensor atuar. São os familiares de Alison, que esperam uma grande partida do filho caçula de dona Ivone contra o Palmeiras, domingo, às 16h, nos Aflitos.
- Pela primeira vez viemos ao Recife para acompanhar Alison atuando. Acompanhamos o treino e estaremos no domingo, torcendo por ele para que faça um bom jogo - disse Ivone Lira, a mãe do zagueiro, que estava acompanhado do outro filhos, da nora e de outros familiares.
Alison vem ganhando espaço no time titular por conta das lesões de três dos cinco zagueiros do elenco e aproveitou para trazer os familiares para acompanhar o sucesso momentâneo. Enquanto o zagueiro treinava, a mãe entregou “causos” da juventude do defensor.
- Jogar bola é o que ele sempre gostou de fazer, não era de estudar, apesar de eu forçá-lo a terminar o colegial. Ia na marra e teve uma vez que acordou mancando, dizendo que estava com a perna doendo, chorava e não queria ir para a escola porque não aguentava. Levei ele, mas estava preocupada por ser uma trombose ou algo sério. Alison foi mancando todo o caminho e quando o deixei no colégio, tive que voltar para resolver outras coisas, foi quando o peguei batendo bola com a molecada, sem dor nenhuma. Fiquei esperando em casa e ele voltou arrastando a perna, choramingando. Dei uma pisa nele para nunca mais esquecer, como dava trabalho se o assunto fosse futebol.
Ex-professora, dona Ivone se deleita com as histórias do filho mais novo, lembrando com clareza quando ele pediu uma chuteira de natal. Como era de marca, o menino (com 12 anos na época) havia feito uma promessa que dormiria com o presente para ninguém pegar.
- Não entendia porque Alison não queria um sapato, só pensava em futebol.
Com fisionomia fechada, Alison é tranquilo, de poucas expressões, mas quando fala na família, um tímido sorriso aparece em sua boca.
- Fico feliz pela presença da minha família. Sempre quando posso levo eles para assistir às partidas dos clubes que defendo, pois são a coisa mais importante da minha vida. Espero fazer uma boa partida contra o Palmeiras para eles.
Alison recorda das histórias contadas por sua mãe e revela outras que mostram que de tranquilo ele só tem a fisionomia. Bom cabeceador, nas palavras do técnico Alexandre Gallo, ele treina a cabeça desde da infância.
- Nunca fui um exemplo como criança, só queria saber de jogar e odiava estudo. E não era só minha mãe que pegava no meu pé, meu pai era grosso demais. Militar do interior, eu perturbava tanto, que ele me batia de tudo que é jeito, quebrava até vaso na minha cabeça. Que Deus o tenha.
- Pela primeira vez viemos ao Recife para acompanhar Alison atuando. Acompanhamos o treino e estaremos no domingo, torcendo por ele para que faça um bom jogo - disse Ivone Lira, a mãe do zagueiro, que estava acompanhado do outro filhos, da nora e de outros familiares.
Alison vem ganhando espaço no time titular por conta das lesões de três dos cinco zagueiros do elenco e aproveitou para trazer os familiares para acompanhar o sucesso momentâneo. Enquanto o zagueiro treinava, a mãe entregou “causos” da juventude do defensor.
- Jogar bola é o que ele sempre gostou de fazer, não era de estudar, apesar de eu forçá-lo a terminar o colegial. Ia na marra e teve uma vez que acordou mancando, dizendo que estava com a perna doendo, chorava e não queria ir para a escola porque não aguentava. Levei ele, mas estava preocupada por ser uma trombose ou algo sério. Alison foi mancando todo o caminho e quando o deixei no colégio, tive que voltar para resolver outras coisas, foi quando o peguei batendo bola com a molecada, sem dor nenhuma. Fiquei esperando em casa e ele voltou arrastando a perna, choramingando. Dei uma pisa nele para nunca mais esquecer, como dava trabalho se o assunto fosse futebol.
Ex-professora, dona Ivone se deleita com as histórias do filho mais novo, lembrando com clareza quando ele pediu uma chuteira de natal. Como era de marca, o menino (com 12 anos na época) havia feito uma promessa que dormiria com o presente para ninguém pegar.
- Não entendia porque Alison não queria um sapato, só pensava em futebol.
Com fisionomia fechada, Alison é tranquilo, de poucas expressões, mas quando fala na família, um tímido sorriso aparece em sua boca.
- Fico feliz pela presença da minha família. Sempre quando posso levo eles para assistir às partidas dos clubes que defendo, pois são a coisa mais importante da minha vida. Espero fazer uma boa partida contra o Palmeiras para eles.
Alison recorda das histórias contadas por sua mãe e revela outras que mostram que de tranquilo ele só tem a fisionomia. Bom cabeceador, nas palavras do técnico Alexandre Gallo, ele treina a cabeça desde da infância.
- Nunca fui um exemplo como criança, só queria saber de jogar e odiava estudo. E não era só minha mãe que pegava no meu pé, meu pai era grosso demais. Militar do interior, eu perturbava tanto, que ele me batia de tudo que é jeito, quebrava até vaso na minha cabeça. Que Deus o tenha.
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