Bin Hamman pede a Fifa para abrir investigacão sobre ações de Joseph Blatter
Qatari envia documento para membro do comitê de ética para que critérios que levaram a sua suspensão sejam usados também para atual mandatário.
O qatari Mohammed bin Hamman pediu ao novo chefe do comitê de investigação e ética da Fifa, o americano Michael Garcia, que a entidade máxima do futebol abra um processo para analisar as decisões administrativas do atual mandatário, Joseph Blatter. O dirigente quer que os mesmos critérios utilizados na digilência que o suspendeu da federação sejam utilizados com o suíço.
Hamman, que chegou a se candidatar à eleição da Fifa em 2011, enviou uma correspondência a Garcia pedindo a análise das ações de Blatter.
- Embora eu ainda esteja suspenso, meu rival na eleição de 2011 permanece no poder. Ele não está sob qualquer investição ou suspensão. É difícil entender essa atitude. Meu oponente tem todas as cartas e usou o poder da máquina judiciária da Fifa contra mim. Não entendo porque não está sendo investigado - disse o dirigente, de 63 anos.
O ex-presidente da Federação Asiática de Futebol (AFC) também comentou sobre as acusações recentes que o afetaram até mesmo na vida pessoal.
- Já estou fora do futebol há 16 meses. Além da minha posição pessoal, a minha família sofreu esse pesadelo ao meu lado - disse o dirigente.
Bin Hamman saiu da disputa pela presidência da Fifa por conta das acusações de corrupção. O ex-dirigente foi banido do futebol em julho por ter supostamente pagado propinas que totalizavam aproximadamente US$ 1 milhão (R$ 1,7 milhão) a dirigentes da União Caribenha de Futebol (CFU) em um encontro realizado em Trinidad e Tobago nos dias 10 e 11 de maio de 2011.
Hamman, que chegou a se candidatar à eleição da Fifa em 2011, enviou uma correspondência a Garcia pedindo a análise das ações de Blatter.
- Embora eu ainda esteja suspenso, meu rival na eleição de 2011 permanece no poder. Ele não está sob qualquer investição ou suspensão. É difícil entender essa atitude. Meu oponente tem todas as cartas e usou o poder da máquina judiciária da Fifa contra mim. Não entendo porque não está sendo investigado - disse o dirigente, de 63 anos.
O ex-presidente da Federação Asiática de Futebol (AFC) também comentou sobre as acusações recentes que o afetaram até mesmo na vida pessoal.
- Já estou fora do futebol há 16 meses. Além da minha posição pessoal, a minha família sofreu esse pesadelo ao meu lado - disse o dirigente.
Bin Hamman saiu da disputa pela presidência da Fifa por conta das acusações de corrupção. O ex-dirigente foi banido do futebol em julho por ter supostamente pagado propinas que totalizavam aproximadamente US$ 1 milhão (R$ 1,7 milhão) a dirigentes da União Caribenha de Futebol (CFU) em um encontro realizado em Trinidad e Tobago nos dias 10 e 11 de maio de 2011.
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