Indeciso sobre reeleição Arnaldo Tirone prioriza salvação do Palmeiras
A pouco mais de dois meses do fim de sua gestão, presidente mira apenas fuga da zona de rebaixamento. Só depois vai decidir se disputará eleição
O presidente Arnaldo Tirone já admitiu que, a dois meses do fim de seu mandato à frente do Palmeiras, não está satisfeito com a própria gestão. Embora possa ser candidato à reeleição, o dirigente ainda não tem certeza se deseja continuar no cargo. Passando por momento atribulado por causa da situação da equipe no Campeonato Brasileiro, o mandatário disse sua prioridade é ajudar na salvação do time, que está na 18ª posição, com 32 pontos, quatro atrás do Bahia, primeiro time fora da zona de rebaixamento. Só depois é que ele vai decidir se vai ou não concorrer.
– Preciso analisar bastante antes de tomar qualquer atitude. Quero colocar o Palmeiras em um caminho de crescimento. No momento correto, vou decidir – resumiu.
Ameaçado por torcedores e até mesmo por conselheiros do clube, Tirone voltou a viajar com a delegação na última segunda-feira, quando a equipe foi a Bogotá, na Colômbia, onde acabou derrotada por 3 a 0 pelo Millonarios, sendo eliminada da Copa Sul-Americana na fase de oitavas de final. Ele ocupa o atual cargo há um ano e dez meses.
A derrota por 2 a 0 para o Corinthians, no clássico válido pela 25ª rodada do Brasileirão, foi o momento em que o presidente mais sentiu a pressão pela situação difícil do Palmeiras. Perseguido por parte da torcida, que tentava agredi-lo, Tirone teve de permanecer isolado em um dos camarotes do estádio do Pacaembu. Horas depois, ele passaria momentos de terror ao lado do vice de futebol Roberto Frizzo, dono de um restaurante depredado por alviverdes, no momento em que dois dirigentes se encontravam no local.
As seis partidas restantes nesta temporada são o único foco de Tirone até o fim de sua gestão. Novamente próximo dos jogadores, após rápido “sumiço”, o mandatário prometeu optar pelo que for melhor para o clube.
– Pelo estatuto, eu tenho condições de tentar a reeleição, mas vamos ver o que é melhor para o Palmeiras – completou.
Embora tenha voltado da Colômbia insatisfeito com a atuação da equipe, que poderia perder por até um gol de diferença para avançar na Sul-Americana e, mesmo assim, acabou eliminada, Tirone assegurou que o revés não mudará nada no planejamento para a fuga da degola. Ele disse ainda confiar no trabalho do técnico Gilson Kleina.
– O trabalho continua da mesma forma. Temos de nos acertar e sermos competitivos até o fim. O time precisa jogar futebol.
*Colaborou sob supervisão de José Gonzalez
– Preciso analisar bastante antes de tomar qualquer atitude. Quero colocar o Palmeiras em um caminho de crescimento. No momento correto, vou decidir – resumiu.
Ameaçado por torcedores e até mesmo por conselheiros do clube, Tirone voltou a viajar com a delegação na última segunda-feira, quando a equipe foi a Bogotá, na Colômbia, onde acabou derrotada por 3 a 0 pelo Millonarios, sendo eliminada da Copa Sul-Americana na fase de oitavas de final. Ele ocupa o atual cargo há um ano e dez meses.
A derrota por 2 a 0 para o Corinthians, no clássico válido pela 25ª rodada do Brasileirão, foi o momento em que o presidente mais sentiu a pressão pela situação difícil do Palmeiras. Perseguido por parte da torcida, que tentava agredi-lo, Tirone teve de permanecer isolado em um dos camarotes do estádio do Pacaembu. Horas depois, ele passaria momentos de terror ao lado do vice de futebol Roberto Frizzo, dono de um restaurante depredado por alviverdes, no momento em que dois dirigentes se encontravam no local.
As seis partidas restantes nesta temporada são o único foco de Tirone até o fim de sua gestão. Novamente próximo dos jogadores, após rápido “sumiço”, o mandatário prometeu optar pelo que for melhor para o clube.
– Pelo estatuto, eu tenho condições de tentar a reeleição, mas vamos ver o que é melhor para o Palmeiras – completou.
Embora tenha voltado da Colômbia insatisfeito com a atuação da equipe, que poderia perder por até um gol de diferença para avançar na Sul-Americana e, mesmo assim, acabou eliminada, Tirone assegurou que o revés não mudará nada no planejamento para a fuga da degola. Ele disse ainda confiar no trabalho do técnico Gilson Kleina.
– O trabalho continua da mesma forma. Temos de nos acertar e sermos competitivos até o fim. O time precisa jogar futebol.
*Colaborou sob supervisão de José Gonzalez
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