UFC planeja de cinco a sete torneios regionais no Brasil para 2013
Diretor cita Florianópolis, Brasília, Porto Alegre, Recife, Fortaleza e Manaus como possíveis destinos, e usa país como base para expansão internacional
O UFC está planejando sua expansão pelo mundo e pretende usar o sucesso no Brasil como base. A organização pensa em realizar eventos regionais a partir de 2013, com lutadores locais nas lutas principais e horários mais acessíveis. O país receberia cinco a sete torneios desse tipo.
- Há uma arena que usamos em que não há problema, no Rio de Janeiro. Há desafios de produção em outras sedes, apesar de termos superado isso em Belo Horizonte. Gostaríamos de usar arenas com capacidade para 12 mil a 13 mil pessoas, mas eu pensei que poderíamos usar arenas de 5 mil a 7 mil assentos, só que, neste momento, estamos ficando mais otimistas. Vamos a cidades como Florianópolis, Brasília, Porto Alegre, Recife, Fortaleza e levar eventos ao vivo para o povo. Podemos fazer um evento nas florestas - disse Zelaznik.
Na Ásia e no resto do mundo, o plano é seguir a fórmula do Brasil: realizar edições regionais do The Ultimate Fighter para criar ídolos locais que possam ser destaques nos eventos e carregar a marca. O primeiro país a experimentar essa tática será a Índia, em 2013.
- A Índia ainda não é tão madura (quanto o Brasil), mas baseado na nossa pesquisa e nas conversas com nossos parceiros televisivos, estamos confiantes que podemos encontrar lutadores lá. Haverá centenas de lutadores se inscrevendo desde já como no Brasil? Índia não terá essa maturidade. Mas quando começarmos na Índia ou na Ásia, os lutadores serão a parte mais fácil. As pessoas estão treinando MMA em todo lugar.
Os próximos passos são uma série na Ásia, que deve ter seus primeiros eventos no Japão - que recebeu o UFC 144 em fevereiro deste ano - e na Coreia do Sul. Segundo Zelaznik, uma decisão oficial sobre isso deve sair em 60 a 90 dias. A China também deve receber torneios em Xangai e Pequim após o UFC Macau, que acontece em 10 de novembro. A expansão europeia ainda vai ser melhor planejada, com o ex-CEO do Manchester City, Garry Cook, como responsável por traçar a estratégia.
Imagem: Inovafoto/Divulgação/UFC
Segundo Zelaznik, maior preocupação do UFC é com qualidade das arenas
A ideia já vem sendo discutida desde o ano passado, mas o diretor de desenvolvimento internacional do UFC, Marshall Zelaznik, contou ao site "MMA Fighting" que os planos devem entrar em movimento no próximo ano. Esses eventos regionais serão voltados para o mercado, com lutadores relevantes ao cenário nacional em destaque e realização no horário nobre local, em vez de fazer torneios no horário ideal de pay per view para a Costa Leste dos EUA. O maior desafio para o plano, por enquanto, é a qualidade das arenas do país atualmente.
Segundo Zelaznik, maior preocupação do UFC é com qualidade das arenas- Há uma arena que usamos em que não há problema, no Rio de Janeiro. Há desafios de produção em outras sedes, apesar de termos superado isso em Belo Horizonte. Gostaríamos de usar arenas com capacidade para 12 mil a 13 mil pessoas, mas eu pensei que poderíamos usar arenas de 5 mil a 7 mil assentos, só que, neste momento, estamos ficando mais otimistas. Vamos a cidades como Florianópolis, Brasília, Porto Alegre, Recife, Fortaleza e levar eventos ao vivo para o povo. Podemos fazer um evento nas florestas - disse Zelaznik.
Na Ásia e no resto do mundo, o plano é seguir a fórmula do Brasil: realizar edições regionais do The Ultimate Fighter para criar ídolos locais que possam ser destaques nos eventos e carregar a marca. O primeiro país a experimentar essa tática será a Índia, em 2013.
- A Índia ainda não é tão madura (quanto o Brasil), mas baseado na nossa pesquisa e nas conversas com nossos parceiros televisivos, estamos confiantes que podemos encontrar lutadores lá. Haverá centenas de lutadores se inscrevendo desde já como no Brasil? Índia não terá essa maturidade. Mas quando começarmos na Índia ou na Ásia, os lutadores serão a parte mais fácil. As pessoas estão treinando MMA em todo lugar.
Os próximos passos são uma série na Ásia, que deve ter seus primeiros eventos no Japão - que recebeu o UFC 144 em fevereiro deste ano - e na Coreia do Sul. Segundo Zelaznik, uma decisão oficial sobre isso deve sair em 60 a 90 dias. A China também deve receber torneios em Xangai e Pequim após o UFC Macau, que acontece em 10 de novembro. A expansão europeia ainda vai ser melhor planejada, com o ex-CEO do Manchester City, Garry Cook, como responsável por traçar a estratégia.
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