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Jogador Fábio Santos pede calma ao Timão na busca por meta de pontos

Perto da "folga", lateral-esquerdo diz que equipe precisa evitar afobação e não considera mau resultado um empate com Náutico em Recife

Imagem: Gustavo Serbonchini / globoesporte.com)Clique para ampliarFabio Santos, em coletiva no Corinthians(Imagem: Gustavo Serbonchini / globoesporte.com))Fabio Santos, em coletiva no Corinthians
A ansiedade pelo Mundial de Clubes, aos poucos, vai chegando ao Corinthians. A seis pontos de atingir a meta traçada para o Campeonato Brasileiro, o técnico Tite quer usar as últimas seis rodadas para decidir quem serão os titulares, em dezembro, no Japão.

Para o lateral-esquerdo Fábio Santos, o Timão precisa controlar os nervos para não se afobar na busca pela tranquilidade na competição nacional.

Depois da vitória sobre o Sport, o Corinthians tem pela frente outros três clubes que lutam do meio para baixo na classificação do Brasileiro. Neste sábado, enfrenta o Náutico, às 16h20, nos Aflitos. Na quarta-feira, recebe o Flamengo, às 22h, no Pacaembu. A sequência será encerrada diante da Portuguesa, no próximo sábado, às 21h, no Canindé.

– Quanto mais rápido alcançarmos a meta, melhor. Vai dar termos um descanso e fazer uma preparação. Mas vamos pensar jogo a jogo. Não adianta querer somar seis pontos em um jogo que vale três. São três partidas complicadas. O importante é somar pontos, mesmo que seja empatando – afirmou.

Nas contas feitas pelo departamento de futebol, 45 pontos são necessários para não correr mais risco de rebaixamento. Com isso, o Timão precisa de mais seis, já que neste momento tem 39. Depois que isso acontecer, os atletas se alternarão em períodos de folga para estarem 100% na reta final e, claro, para viajar ao Oriente.

Apesar da vitória sobre o Sport na última rodada, o Corinthians vinha tendo dificuldades contra equipes que estão na parte de baixo da tabela. Os tropeços, aliás, renderam uma conversa do técnico Tite com o grupo, principalmente para não perder a concentração.

Fábio Santos chegou a dizer que os jogadores se sentiam mais motivados para enfrentar adversários mais tradicionais. Tite não gostou.

– Ele não brigou, não (risos). Aquela opinião é verdade, os números estavam mostrando aquilo. Foi bom para alertar e tivemos um retorno bacana contra o Sport. Não teve bronca, só conversa.
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