Gilson Kleina recebe relatório sobre árbitro mas pede calma: "Vamos jogar bola"
Alheio às polêmicas, técnico toma conhecimento de dossiê do clube contra Paulo César de Oliveira, que comanda clássico deste sábado.
O Palmeiras está indignado com a escolha de Paulo César de Oliveira para apitar o clássico deste sábado contra o São Paulo, às 16h, no Morumbi. No entanto, essa preocupação não afeta o técnico Gilson Kleina, que assumiu o comando da equipe há duas semanas e se diz alheio às polêmicas. Para evitar confusões, Kleina revelou que teve uma conversa com seus jogadores para que eles se preocupem apenas em jogar futebol.
– Não vamos mudar nossa postura. Vamos dar tranquilidade ao Paulo César, para que a arbitragem dele seja a melhor possível. Temos de priorizar nosso foco só para o futebol – pediu o técnico.
A diretoria jurídica do clube enviou um ofício à CBF para pedir a mudança de arbitragem, mesmo sabendo que essa proposta é inviável – solicitações desse tipo precisam ser feitas até 48 horas antes do início da rodada do Campeonato Brasileiro, e ela começou nesta quinta-feira, com três jogos.
No ofício, há um relatório com todos os jogos em que o Palmeiras diz ter sido prejudicado por Paulo César. Em 29 partidas do Verdão comandadas por ele, foram 11 pênaltis contra o time, mais 17 jogadores expulsos. O clube ainda alega uma série de intimidações por parte do árbitro em relação aos jogadores. Gilson Kleina recebeu esse relatório, mas entende que ele não deve influenciar negativamente no clássico.
– Chegaram os dados sobre ele, de quantas expulsões ocorreram, quantos erros... Mas agora é vida nova. Vamos dar tranquilidade ao profissional. Nossa responsabilidade de vencer é muito grande, não vamos ficar transferindo para ninguém caso as coisas deem errado. Os dados mostram uma situação muito adversa para o Palmeiras, mas prefiro deixar isso para a diretoria – explicou Gilson Kleina.
Quem tomou a frente nesse caso foi o diretor jurídico Piraci Oliveira, que não poupou críticas ao estilo de Paulo César. O último jogo do Palmeiras que ele apitou foi em maio de 2011, um clássico contra o Corinthians, válido pela semifinal do Campeonato Paulista. Na ocasião, o Verdão foi eliminado nos pênaltis e reclamou muito das expulsões do zagueiro Danilo e do técnico Luiz Felipe Scolari.
– Não vamos mudar nossa postura. Vamos dar tranquilidade ao Paulo César, para que a arbitragem dele seja a melhor possível. Temos de priorizar nosso foco só para o futebol – pediu o técnico.
A diretoria jurídica do clube enviou um ofício à CBF para pedir a mudança de arbitragem, mesmo sabendo que essa proposta é inviável – solicitações desse tipo precisam ser feitas até 48 horas antes do início da rodada do Campeonato Brasileiro, e ela começou nesta quinta-feira, com três jogos.
No ofício, há um relatório com todos os jogos em que o Palmeiras diz ter sido prejudicado por Paulo César. Em 29 partidas do Verdão comandadas por ele, foram 11 pênaltis contra o time, mais 17 jogadores expulsos. O clube ainda alega uma série de intimidações por parte do árbitro em relação aos jogadores. Gilson Kleina recebeu esse relatório, mas entende que ele não deve influenciar negativamente no clássico.
– Chegaram os dados sobre ele, de quantas expulsões ocorreram, quantos erros... Mas agora é vida nova. Vamos dar tranquilidade ao profissional. Nossa responsabilidade de vencer é muito grande, não vamos ficar transferindo para ninguém caso as coisas deem errado. Os dados mostram uma situação muito adversa para o Palmeiras, mas prefiro deixar isso para a diretoria – explicou Gilson Kleina.
Quem tomou a frente nesse caso foi o diretor jurídico Piraci Oliveira, que não poupou críticas ao estilo de Paulo César. O último jogo do Palmeiras que ele apitou foi em maio de 2011, um clássico contra o Corinthians, válido pela semifinal do Campeonato Paulista. Na ocasião, o Verdão foi eliminado nos pênaltis e reclamou muito das expulsões do zagueiro Danilo e do técnico Luiz Felipe Scolari.
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