Time do Santa Cruz comemora agilidade do departamento médico
Everton Sena, Leandro Souza e Anderson Pedra voltaram antes do prazo previsto; Tiago Cardoso foi a única exceção do elenco tricolor.
A lesão chega e, com ela, uma série de incertezas sobre o futuro do jogador no futebol. O drama vivido pelos atletas profissionais se arrasta meses a fio, principalmente naqueles casos mais conhecidos, como as rupturas dos ligamentos do joelho, que os afastam dos gramados no mínimo por seis meses. Mas no Santa Cruz contusão não é sinônimo de dor, sofrimento. É, na verdade, trabalho, recuperação e volta aos campos antes do tempo previsto. Dos atletas tricolores que se machucaram neste ano todos, com a exceção do goleiro Tiago Cardoso – que teve que prolongar o tratamento - conseguiram retornaram aos treinamentos antes do prazo previsto pelos médicos.
Os zagueiros Leandro Souza e Everton Sena, o volante Anderson Pedra e o goleiro Tiago Cardoso tiveram problemas distintos, que acabaram comprometendo a participação deles nesta temporada.
Enquanto Everton Sena, com uma lesão no menisco do joelho, teve que passar por cirurgia no local antes das semifinais do Campeonato Pernambucano, Leandro e Anderson tiveram que se operar por conta de luxação no ombro e rompimento dos ligamentos do joelho, respectivamente, antes do início da Série C.
Entretanto, os três atletas trabalharam forte e se recuperaram em tempo rápido para voltar aos gramados. Leandro e Anderson deixaram para trás os seis meses previstos e saíram do Departamento Médico coral em cerca de quatro meses - Leandro já voltou aos treinamentos, enquanto Anderson realiza um trabalho de fortalecimento muscular para retornar em duas semanas. Já Everton Sena impressiona. A lesão que era para ser curada em dois meses foi sanada com 17 dias, tempo do atleta, inclusive, voltar aos treinamentos para atuar na final do Campeonato Pernambucano contra o Sport. Todos os casos positivos, segundo os médicos corais, foram fruto do comprometimento dos jogadores somado aos bons profissionais do clube.
- Temos um tempo de recuperação protocolar para cada lesão, por conta da recomposição tecidual do organismo. Mas o Leandro, por exemplo, em três meses já tinha a amplitude do ombro e o Anderson com uma semana de cirurgia já me dizia que não sentia dor. Everton voltou mais rápido ainda, com 17 dias já estava treinando. Isso se deve ao trabalho rigoroso dos atletas e dos fisioterapeutas - ressaltou o médico José Carlos Cordeiro Júnior.
Para o médico, o fato dos atletas estarem mais focados no tratamento foi determinante às voltas antecipadas. José Carlos enfatizou também a dedicação dos profissionais que trabalham no Santa Cruz.
- Tem que ressaltar que o empenho de cada um contribuiu. Eles são muito profissionais e se dedicaram bastante. Sem dúvida a força de vontade foi importante para diminuir o tempo. A tríade cirurgia, fisioterapia e atleta foram os principais fatores de recuperação.
Faltam equipamentos no DM do Santa Cruz
A satisfação com o resultado dos tratamentos desenvolvidos no DM tricolor é, no entanto, inversamente proporcional à qualificação do espaço físico do local. De acordo com José Carlos, ainda faltam equipamentos para tratar os jogadores no clube. Esse é o caso do meio-campo Natan, que passa por um problema de fortalecimento muscular e teve de viajar a São Paulo para realizar uma parte de sua recuperação.
- Fica a desejar a estrutura física. Temos o necessário, mas poderíamos ter o algo mais. Dou o exemplo do equipamento exocinético (serve para identificação de lesões musculares), que poderíamos ter aqui - lamenta José Carlos.
Apesar de garantir recuperação rápida aos seus atletas, o Departamento Médico coral não conseguiu evitar que um ídolo do time se recuperasse antes do previsto. O goleiro Tiago Cardoso teve um estresse no ligamento do joelho logo após a final do Campeonato Pernambucano e a recuperação, que era prevista para um mês, acabou se estendendo por quatro meses.
Entretanto, o longo período teve uma justificativa, já que Tiago também sofreu uma lesão muscular na coxa quando estava prestes a deixar o DM. Agora, recuperado finalmente, o goleiro pode retornar para ajudar o Santa Cruz na reta final da Série C.
Imagem: Reprodução
Everton Sena teve uma das recuperações mais rápidas do elenco
Everton Sena teve uma das recuperações mais rápidas do elenco Os zagueiros Leandro Souza e Everton Sena, o volante Anderson Pedra e o goleiro Tiago Cardoso tiveram problemas distintos, que acabaram comprometendo a participação deles nesta temporada.
Enquanto Everton Sena, com uma lesão no menisco do joelho, teve que passar por cirurgia no local antes das semifinais do Campeonato Pernambucano, Leandro e Anderson tiveram que se operar por conta de luxação no ombro e rompimento dos ligamentos do joelho, respectivamente, antes do início da Série C.
Entretanto, os três atletas trabalharam forte e se recuperaram em tempo rápido para voltar aos gramados. Leandro e Anderson deixaram para trás os seis meses previstos e saíram do Departamento Médico coral em cerca de quatro meses - Leandro já voltou aos treinamentos, enquanto Anderson realiza um trabalho de fortalecimento muscular para retornar em duas semanas. Já Everton Sena impressiona. A lesão que era para ser curada em dois meses foi sanada com 17 dias, tempo do atleta, inclusive, voltar aos treinamentos para atuar na final do Campeonato Pernambucano contra o Sport. Todos os casos positivos, segundo os médicos corais, foram fruto do comprometimento dos jogadores somado aos bons profissionais do clube.
- Temos um tempo de recuperação protocolar para cada lesão, por conta da recomposição tecidual do organismo. Mas o Leandro, por exemplo, em três meses já tinha a amplitude do ombro e o Anderson com uma semana de cirurgia já me dizia que não sentia dor. Everton voltou mais rápido ainda, com 17 dias já estava treinando. Isso se deve ao trabalho rigoroso dos atletas e dos fisioterapeutas - ressaltou o médico José Carlos Cordeiro Júnior.
Para o médico, o fato dos atletas estarem mais focados no tratamento foi determinante às voltas antecipadas. José Carlos enfatizou também a dedicação dos profissionais que trabalham no Santa Cruz.
- Tem que ressaltar que o empenho de cada um contribuiu. Eles são muito profissionais e se dedicaram bastante. Sem dúvida a força de vontade foi importante para diminuir o tempo. A tríade cirurgia, fisioterapia e atleta foram os principais fatores de recuperação.
Faltam equipamentos no DM do Santa Cruz
A satisfação com o resultado dos tratamentos desenvolvidos no DM tricolor é, no entanto, inversamente proporcional à qualificação do espaço físico do local. De acordo com José Carlos, ainda faltam equipamentos para tratar os jogadores no clube. Esse é o caso do meio-campo Natan, que passa por um problema de fortalecimento muscular e teve de viajar a São Paulo para realizar uma parte de sua recuperação.
- Fica a desejar a estrutura física. Temos o necessário, mas poderíamos ter o algo mais. Dou o exemplo do equipamento exocinético (serve para identificação de lesões musculares), que poderíamos ter aqui - lamenta José Carlos.
Apesar de garantir recuperação rápida aos seus atletas, o Departamento Médico coral não conseguiu evitar que um ídolo do time se recuperasse antes do previsto. O goleiro Tiago Cardoso teve um estresse no ligamento do joelho logo após a final do Campeonato Pernambucano e a recuperação, que era prevista para um mês, acabou se estendendo por quatro meses.
Entretanto, o longo período teve uma justificativa, já que Tiago também sofreu uma lesão muscular na coxa quando estava prestes a deixar o DM. Agora, recuperado finalmente, o goleiro pode retornar para ajudar o Santa Cruz na reta final da Série C.
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