Vaga antecipada na Libertadores pode abrir espaço para Cañete
Com menos de 90 minutos jogados pelo Tricolor, argentino pode ganhar chance caso time vença o Náutico neste domingo, no Morumbi.
Uma vitória sobre o Náutico, neste domingo, no Morumbi, e um tropeço do Botafogo contra o Sport é o bastante para garantir o São Paulo na primeira fase da Libertadores do ano que vem. Classificado à semifinal da Sul-Americana e sem maiores pretensões no Brasileiro, Ney Franco não descarta utilizar as últimas duas rodadas do Brasileirão como laboratório para 2013. Por isso, o duelo contra a Ponte Preta no próximo dia 25, em Campinas, pode representar muito para um jogador em especial no elenco tricolor: o argentino Marcelo Cañete.
Contratado com status de promessa, em julho de 2011, o argentino formado na base do Boca Juniors chegou ao Brasil comparado a Riquelme. Um ano e meio depois, com menos de 90 minutos jogados e muitas lesões pelo São Paulo, segue cercado de desconfiança junto à torcida e dentro do próprio clube. Relacionado para o jogo contra o Grêmio, ele pode até começar no time titular contra a Macaca caso seus companheiros sejam poupados.
– Após o jogo contra o Náutico, se vencermos, vai nos dar a possibilidade de já ter no próximo jogo contra Ponte Preta o Cañete, o Ganso, dependendo do que acontecer na rodada. Ele (Cañete) está no mesmo nível do Ganso. Na minha cabeça é um jogador para ser preparado para próxima temporada. Não precisamos e não é na reta final que vai adquirir forma física para nos atender em campo – declarou o treinador são-paulino.
Caso o Grêmio vença a Portuguesa, o time gaúcho garante a vice-liderança e vaga direta na fase de grupos da Libertadores – aumentando ainda mais o desinteresse do São Paulo no Brasileirão. Assim, Cañete pode finalmente fazer a “estreia” pelo time. Logo que chegou ao Tricolor, o argentino reclamou de uma lesão na coxa direita, que voltou a incomodar na estreia, em agosto do ano passado, contra o Fluminense. A recuperação levou dois meses.
De volta ao time contra o Vasco, em outubro de 2011, passou 25 minutos em campo e torceu o joelho direito. Nem ele pôde acreditar no próprio azar: com o ligamento cruzado posterior rompido, precisou de cirurgia e ficou um ano no estaleiro. Recuperado e retomando aos poucos o ritmo nos treinamentos, o departamento médico garante que o atleta está em boas condições. Agora, só depende dele provar a Ney Franco que pode ser útil.
– Os dois últimos jogos podem servir como apoio para a Sul-Americana. Se não tiver como chegar em segundo, não faz diferença terminar em terceiro ou quarto. Temos que priorizar a Copa Sul-Americana, e isso significa dar oportunidade a Ganso, Cañete, jogadores da base que não tiveram oportunidade... Mas precisamos ganhar do Náutico, se não o jogo contra a Ponte Preta passa a ser muito difícil – disse Ney Franco.
Contratado com status de promessa, em julho de 2011, o argentino formado na base do Boca Juniors chegou ao Brasil comparado a Riquelme. Um ano e meio depois, com menos de 90 minutos jogados e muitas lesões pelo São Paulo, segue cercado de desconfiança junto à torcida e dentro do próprio clube. Relacionado para o jogo contra o Grêmio, ele pode até começar no time titular contra a Macaca caso seus companheiros sejam poupados.
– Após o jogo contra o Náutico, se vencermos, vai nos dar a possibilidade de já ter no próximo jogo contra Ponte Preta o Cañete, o Ganso, dependendo do que acontecer na rodada. Ele (Cañete) está no mesmo nível do Ganso. Na minha cabeça é um jogador para ser preparado para próxima temporada. Não precisamos e não é na reta final que vai adquirir forma física para nos atender em campo – declarou o treinador são-paulino.
Caso o Grêmio vença a Portuguesa, o time gaúcho garante a vice-liderança e vaga direta na fase de grupos da Libertadores – aumentando ainda mais o desinteresse do São Paulo no Brasileirão. Assim, Cañete pode finalmente fazer a “estreia” pelo time. Logo que chegou ao Tricolor, o argentino reclamou de uma lesão na coxa direita, que voltou a incomodar na estreia, em agosto do ano passado, contra o Fluminense. A recuperação levou dois meses.
De volta ao time contra o Vasco, em outubro de 2011, passou 25 minutos em campo e torceu o joelho direito. Nem ele pôde acreditar no próprio azar: com o ligamento cruzado posterior rompido, precisou de cirurgia e ficou um ano no estaleiro. Recuperado e retomando aos poucos o ritmo nos treinamentos, o departamento médico garante que o atleta está em boas condições. Agora, só depende dele provar a Ney Franco que pode ser útil.
– Os dois últimos jogos podem servir como apoio para a Sul-Americana. Se não tiver como chegar em segundo, não faz diferença terminar em terceiro ou quarto. Temos que priorizar a Copa Sul-Americana, e isso significa dar oportunidade a Ganso, Cañete, jogadores da base que não tiveram oportunidade... Mas precisamos ganhar do Náutico, se não o jogo contra a Ponte Preta passa a ser muito difícil – disse Ney Franco.
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