Recife critica Mingone pela venda de Neto: "Ele não pensou no Guarani"
Lateral-esquerdo lembra a ausência de zagueiros no elenco do Guarani antes da última rodada da Série B.
Marcelo Mingone deixou o Guarani há menos de duas semanas, mas ainda rende muito assuntos, sobretudo polêmicos. Antes do treinamento desta quarta-feira, integrantes do elenco bugrino mostraram irritação com o episódio que culminou com a saída de Neto. Dias antes de renunciar ao cargo de presidente, Mingone vendeu o zagueiro para o Santos e não fez questão de mantê-lo até o final da Série B do Campeonato Brasileiro.
Um dos mais experientes do time atual, Bruno Recife fez críticas ao cartola. Apesar de enaltecer a postura de Mingone em relação aos salários, pagos em dia nos 11 meses que ele ficou à frente do clube, o lateral-esquerdo disse que o empresário "não pensou" no Guarani ao negociar Neto antes do final do ano.
- Ele vendeu o Neto em um momento que, para mim, não deveria ter vendido. O Mingone não pensou no Guarani. É um cara que admiro muito, mas, nessa situação, ele deixou um pouco a desejar. Não tinha que ter vendido o Neto numa hora dessas - criticou o lateral-esquerdo, que foi contratado pelo ex-presidente no início do Paulistão.
Bruno Recife não está sozinho nesta "briga". Jogador mais antigo do atual elenco, Emerson também pensa como o companheiro. Sem entrar em detalhes da negociação, o goleiro disse que Mingone deveria ter pensado em um meio termo, já que Neto, por não poder atuar pelo Santos na reta final, poderia ter ficado no Brinco de Ouro até a Série B acabar.
- É uma questão delicada. O Neto teve uma oportunidade, como todos aqui gostariam de ter, mas poderia ter um bom senso para as coisas acontecerem no melhor momento possível. Sem prejudicar o atleta e o elenco do Guarani. Hoje, estamos sem zagueiro, a não ser o Anderson, que está voltando de lesão. É um jogo de suma importância e não se pode colocar um jogador novo, para comprometer o trabalho todo. (O Mingone) Poderia ter pensado antes de fazer as coisas. Mas enfim, já fez e não temos que ficar chorando o leite derramado - explicou Emerson.
O próprio Neto já havia demonstrado insatisfação em deixar o Guarani antes da Série B terminar. Em visita aos companheiros, antes do treino desta segunda-feira, o zagueiro explicou que ninguém sabia da negociação com o Santos e que apenas acatou as ordens do então presidente Marcelo Mingone.
Sem zagueiros para escalar ao lado de Montoya (Rodrigo Arroz está suspenso, enquanto André Leone e Fernando estão machucados), o técnico Vilson Tadei pretende improvisar o volante Ademir Sopa na defesa, assim como fez no segundo tempo da partida contra o CRB (derrota por 2 a 1, em Maceio, no sábado passado). O Bugre tem 41 pontos e precisa vencer o São Caetano, sábado, em Campinas, para escapar do rebaixamento sem depender de outros resultados.
Um dos mais experientes do time atual, Bruno Recife fez críticas ao cartola. Apesar de enaltecer a postura de Mingone em relação aos salários, pagos em dia nos 11 meses que ele ficou à frente do clube, o lateral-esquerdo disse que o empresário "não pensou" no Guarani ao negociar Neto antes do final do ano.
- Ele vendeu o Neto em um momento que, para mim, não deveria ter vendido. O Mingone não pensou no Guarani. É um cara que admiro muito, mas, nessa situação, ele deixou um pouco a desejar. Não tinha que ter vendido o Neto numa hora dessas - criticou o lateral-esquerdo, que foi contratado pelo ex-presidente no início do Paulistão.
Bruno Recife não está sozinho nesta "briga". Jogador mais antigo do atual elenco, Emerson também pensa como o companheiro. Sem entrar em detalhes da negociação, o goleiro disse que Mingone deveria ter pensado em um meio termo, já que Neto, por não poder atuar pelo Santos na reta final, poderia ter ficado no Brinco de Ouro até a Série B acabar.
- É uma questão delicada. O Neto teve uma oportunidade, como todos aqui gostariam de ter, mas poderia ter um bom senso para as coisas acontecerem no melhor momento possível. Sem prejudicar o atleta e o elenco do Guarani. Hoje, estamos sem zagueiro, a não ser o Anderson, que está voltando de lesão. É um jogo de suma importância e não se pode colocar um jogador novo, para comprometer o trabalho todo. (O Mingone) Poderia ter pensado antes de fazer as coisas. Mas enfim, já fez e não temos que ficar chorando o leite derramado - explicou Emerson.
O próprio Neto já havia demonstrado insatisfação em deixar o Guarani antes da Série B terminar. Em visita aos companheiros, antes do treino desta segunda-feira, o zagueiro explicou que ninguém sabia da negociação com o Santos e que apenas acatou as ordens do então presidente Marcelo Mingone.
Sem zagueiros para escalar ao lado de Montoya (Rodrigo Arroz está suspenso, enquanto André Leone e Fernando estão machucados), o técnico Vilson Tadei pretende improvisar o volante Ademir Sopa na defesa, assim como fez no segundo tempo da partida contra o CRB (derrota por 2 a 1, em Maceio, no sábado passado). O Bugre tem 41 pontos e precisa vencer o São Caetano, sábado, em Campinas, para escapar do rebaixamento sem depender de outros resultados.
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