Jogador Fabrício diz que Mingone atrapalhou sua volta ao Guarani durante a Série B
Meia lembra polêmica com ex-presidente bugrino, que, segundo ele, teria barrado sua escalação em alguns jogos no Campeonato Brasileiro.
Os problemas no Guarani começam a brotar após o rebaixamento. E não inclui somente jogadores e comissão técnica, como no caso de Danilo Sacramento e Vilson Tadei. Nesta terça-feira, Fabrício relembrou a polêmica criada há um mês, quando disse que questões extra-campo atrasaram sua volta ao time principal. O meia disse que o culpado é o ex-presidente bugrino Marcelo Mingone.
Titular em apenas duas partidas na Série B do Campeonato Brasileiro, Fabrício admitiu que divergências com Mingone atrapalharam sua volta aos gramados. Ele ficou oito meses sem jogar, por problemas físicos, mas, mesmo depois de recuperado, não foi relacionado imediatamente pela comissão técnica. Só descobriu o veto do ex-cartola quando conversou com Vilson Tadei.
- Fui conversar e ele (Tadei) me disse que o problema não era com ele, infelizmente era na parte de cima. Ele disse que o presidente Mingone não queria que eu jogasse - disse o meio-campista, à Rádio Brasil.
Fabrício lembrou que Mingone tentou rescindir seu contrato na metade da temporada, irritado pelo excesso de lesões que impediram seu aproveitamento. Segundo a versão do meia, ele se ofereceu para jogar de graça pelo Guarani, proposta que não foi aceita.
- Uns dois meses antes (de voltar a jogar), ele (Mingone) me chamou para tentar rescindir meu contrato. Cheguei a me humilhar e pedi para ficar sem receber, porque não queria nada do clube - afirmou o jogador de 32 anos, que fez cinco partidas pelo Guarani desde o início de temporada.
Livre dos problemas com Mingone, uma vez que o empresário não faz mais parte da diretoria, Fabrício não sabe se permanecerá no Guarani em 2013. O meia declarou a intenção de renovar o compromisso, que vence em 31 de dezembro, mas confirmou que ainda não foi procurado pela diretoria.
- Não sei como é que vai ficar. Meu contrato vai até 31 de dezembro. Tenho interesse em permanecer, mas outras coisas em vista. Espero que essa semana possa resolver. Deixei bem claro que tenho o interesse de permanecer.
Titular em apenas duas partidas na Série B do Campeonato Brasileiro, Fabrício admitiu que divergências com Mingone atrapalharam sua volta aos gramados. Ele ficou oito meses sem jogar, por problemas físicos, mas, mesmo depois de recuperado, não foi relacionado imediatamente pela comissão técnica. Só descobriu o veto do ex-cartola quando conversou com Vilson Tadei.
- Fui conversar e ele (Tadei) me disse que o problema não era com ele, infelizmente era na parte de cima. Ele disse que o presidente Mingone não queria que eu jogasse - disse o meio-campista, à Rádio Brasil.
Fabrício lembrou que Mingone tentou rescindir seu contrato na metade da temporada, irritado pelo excesso de lesões que impediram seu aproveitamento. Segundo a versão do meia, ele se ofereceu para jogar de graça pelo Guarani, proposta que não foi aceita.
- Uns dois meses antes (de voltar a jogar), ele (Mingone) me chamou para tentar rescindir meu contrato. Cheguei a me humilhar e pedi para ficar sem receber, porque não queria nada do clube - afirmou o jogador de 32 anos, que fez cinco partidas pelo Guarani desde o início de temporada.
Livre dos problemas com Mingone, uma vez que o empresário não faz mais parte da diretoria, Fabrício não sabe se permanecerá no Guarani em 2013. O meia declarou a intenção de renovar o compromisso, que vence em 31 de dezembro, mas confirmou que ainda não foi procurado pela diretoria.
- Não sei como é que vai ficar. Meu contrato vai até 31 de dezembro. Tenho interesse em permanecer, mas outras coisas em vista. Espero que essa semana possa resolver. Deixei bem claro que tenho o interesse de permanecer.
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