Cheio de energia, Roger Federer completa agenda em São Paulo e vai a Foz do Iguaçu
Suíço quer conhecer as Cataratas antes de jogar exibição na Argentina
Nos cinco dias que ficou em São Paulo, Roger Federer não parou. Comeu sanduíche de mortadela no Mercado Municipal, bateu bola no Museu de Arte de São Paulo, visitou Pelé, encontrou-se com Guga e Maria Esther Bueno, deu entrevistas, posou para inúmeras fotos, deu centenas de autógrafos... a lista de eventos era grande, mas o suíço se diz feliz com a agenda cheia. O atual número 2 do mundo aliás, ainda tem energia para viajar a Foz do Iguaçu nesta segunda-feira e realizar o antigo desejo de conhecer as Cataratas ao lado de seu pai.
Na noite deste domingo, depois de derrotar o alemão Tommy Haas em uma animada exibição no ginásio do Ibirapuera. Federer assegurou que estará em ótima forma quando voltar à quadra, em Buenos Aires. Na capital argentina, o campeão de 17 Grand Slams enfrentará Juan Martín del Potro nos dias 12 e 13 de dezembro.
- Queria experimentar o máximo. Não queria vir aqui para dormir, treinar e jogar. Não seria interessante. Queria passear, conhecer pessoas, interagir com os fãs, experimentar frutas. Estou feliz por curtir tudo. É para isso que estou aqui. Sinto-me fresco e pronto para uma nova temporada. Há tantas coisas especiais em uma turnê de exibições... É claro que há mais autógrafos, mais eventos, mais fotos, mais de tudo, mas faço feliz. Sabia que isto aconteceria. Quando você sabe o que esperar, é fácil de lidar. Amanhã vamos às Cataratas, estou muito animado. Espero me divertir - disse, em uma descontraída entrevista coletiva.
- Acho que as emoções que senti na quadra, o amor, o respeito que tive, foram muito maiores do que imaginei. Sabia que seriam incríveis, mas foi o que se destacou mais para mim. Além disso, esperava jogar futebol com crianças, o que consegui fazer nas favelas. É uma das razões pelas quais vesti o uniforme (da Seleção) no fim (do amistoso contra Tommy Haas). E conhecer as pessoas da cidade foi incrível. A cultura também. Não vejo a hora de voltar. Estou um pouco triste agora porque é o fim de uma grande jornada nesta linda cidade.
Mais de 30 mil vão a evento no Ibirapuera
Apesar dos preços salgados, com bilhetes sendo vendidos a R$ 500 (cadeiras no anel superior) e R$ 990 (anel inferior), 34.390 pessoas compareceram ao ginásio do Ibirapuera nos quatro dias da Gillette Federer Tour. A sessão mais cheia foi a de domingo, que teve Thomaz Bellucci enfrentando Tommy Haas e Federer duelando com Tommy Haas. Ao todo, entre pagantes e convidados, 9.971 compareceram no dia.
O sábado, único dia com ingressos esgotados antecipadamente, também foi bastante movimentado. Para ver Victoria Azarenka x Serena Williams e Federer x Jo-Wilfried Tsonga, 9.971 pessoas foram ao ginásio. O dia mais fraco foi o único que não teve o suíço em quadra: 6.254 viram Maria Sharapova x Caroline Wozniacki e Bellucci x Tsonga.
Na noite deste domingo, depois de derrotar o alemão Tommy Haas em uma animada exibição no ginásio do Ibirapuera. Federer assegurou que estará em ótima forma quando voltar à quadra, em Buenos Aires. Na capital argentina, o campeão de 17 Grand Slams enfrentará Juan Martín del Potro nos dias 12 e 13 de dezembro.
- Queria experimentar o máximo. Não queria vir aqui para dormir, treinar e jogar. Não seria interessante. Queria passear, conhecer pessoas, interagir com os fãs, experimentar frutas. Estou feliz por curtir tudo. É para isso que estou aqui. Sinto-me fresco e pronto para uma nova temporada. Há tantas coisas especiais em uma turnê de exibições... É claro que há mais autógrafos, mais eventos, mais fotos, mais de tudo, mas faço feliz. Sabia que isto aconteceria. Quando você sabe o que esperar, é fácil de lidar. Amanhã vamos às Cataratas, estou muito animado. Espero me divertir - disse, em uma descontraída entrevista coletiva.
Imagem: Reprodução
Federer no Brasil
Desde sua chegada ao Brasil, Federer mostrou-se espantado com o carinho que recebeu de fãs, que ocuparam a portaria de seu hotel, amontoaram-se nos portões do vestiário e da sala de imprensa do Ibirapuera, e até cantaram seu nome como se fosse o de um time de futebol. Na despedida, diante de jornalistas que pouco depois se acotovelariam em busca de uma sua assinatura, o ex-número 1 do mundo disse que vestir o uniforme da Seleção foi uma forma de retribuir tudo que recebeu nos últimos dias.
Federer no Brasil- Acho que as emoções que senti na quadra, o amor, o respeito que tive, foram muito maiores do que imaginei. Sabia que seriam incríveis, mas foi o que se destacou mais para mim. Além disso, esperava jogar futebol com crianças, o que consegui fazer nas favelas. É uma das razões pelas quais vesti o uniforme (da Seleção) no fim (do amistoso contra Tommy Haas). E conhecer as pessoas da cidade foi incrível. A cultura também. Não vejo a hora de voltar. Estou um pouco triste agora porque é o fim de uma grande jornada nesta linda cidade.
Mais de 30 mil vão a evento no Ibirapuera
Apesar dos preços salgados, com bilhetes sendo vendidos a R$ 500 (cadeiras no anel superior) e R$ 990 (anel inferior), 34.390 pessoas compareceram ao ginásio do Ibirapuera nos quatro dias da Gillette Federer Tour. A sessão mais cheia foi a de domingo, que teve Thomaz Bellucci enfrentando Tommy Haas e Federer duelando com Tommy Haas. Ao todo, entre pagantes e convidados, 9.971 compareceram no dia.
O sábado, único dia com ingressos esgotados antecipadamente, também foi bastante movimentado. Para ver Victoria Azarenka x Serena Williams e Federer x Jo-Wilfried Tsonga, 9.971 pessoas foram ao ginásio. O dia mais fraco foi o único que não teve o suíço em quadra: 6.254 viram Maria Sharapova x Caroline Wozniacki e Bellucci x Tsonga.
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