Palmeirense, jogador Hulk atura "bando de loucos" corintianos na família
Atacante paraibano admite que não é fácil ficar cercado pelos parentes bicampeões mundiais: "Estão todos me zoando e sempre soltando piada"
Não deve ser fácil hoje em dia a vida de palmeirense que vem de uma família com sete corintianos. Pois é exatamente o que acontece com o paraibano Hulk, atacante do Zenit e da Seleção. Nesta quinta-feira, ele revelou um pouco mais sobre sua paixão pelo time de Palestra Itália. Na verdade, o jogador é de Campina Grande e torce pelo Treze, mas nunca escondeu sua paixão pelo Verdão, que nesta temporada foi rebaixado para a Série B do Brasileirão.
Aos risos, ele admite que nos últimos tempos vem sendo constantemente motivo de gozação da família, não só por causa do rebaixamento do Verdão, mas principalmente depois que o arquirrival Corinthians foi campeão mundial de clubes.
- Não tem jeito. Estão todos me zoando e sempre soltando piada. Mas fazer o quê? Tenho que aguentar calado – explica em tom de brincadeira.
Apelido vem da força, não do Verdão
O atacante, no entanto, explica que seu apelido nada tem a ver com o fato de ser palmeirense. Ele diz que, desde pequeno, tentava carregar uma ou outra coisa em sua casa e que seu pai percebendo isto o apelidou de Hulk.
- Sempre fui palmeirense. Desde pequeno. Gostava e acompanhava o time. Nunca fui de chorar ou de ficar nervoso, mas sempre gostei do Palmeiras. Talvez para querer ser teimoso, porque meu pai e meus seis irmãos são todos corintianos – declara.
Apesar do amor declarado, nem adianta os palmeirenses se animarem. O atacante diz que está muito bem no Zenit e pretende concluir seu contrato com o clube russo, previsto para durar mais cinco temporadas. Ele explica que não pretende por enquanto voltar a jogar no Brasil.
- Estou muito bem na Europa. Já estou lá há um bom tempo e pretendo continuar – resume.
Sobre o seu outro time, o Treze, ele admite que não tem como acompanhar o futebol paraibano da Rússia e, por isso, está meio afastado. Mas como bom paraibano, está sempre torcendo pelo desenvolvimento do esporte no Estado.
- Sou trezeano, mas hoje eu torço mesmo para que o nosso futebol se desenvolva. Torço por todo o futebol da Paraíba - conclui.
Aos risos, ele admite que nos últimos tempos vem sendo constantemente motivo de gozação da família, não só por causa do rebaixamento do Verdão, mas principalmente depois que o arquirrival Corinthians foi campeão mundial de clubes.
- Não tem jeito. Estão todos me zoando e sempre soltando piada. Mas fazer o quê? Tenho que aguentar calado – explica em tom de brincadeira.
Apelido vem da força, não do Verdão
O atacante, no entanto, explica que seu apelido nada tem a ver com o fato de ser palmeirense. Ele diz que, desde pequeno, tentava carregar uma ou outra coisa em sua casa e que seu pai percebendo isto o apelidou de Hulk.
- Sempre fui palmeirense. Desde pequeno. Gostava e acompanhava o time. Nunca fui de chorar ou de ficar nervoso, mas sempre gostei do Palmeiras. Talvez para querer ser teimoso, porque meu pai e meus seis irmãos são todos corintianos – declara.
Apesar do amor declarado, nem adianta os palmeirenses se animarem. O atacante diz que está muito bem no Zenit e pretende concluir seu contrato com o clube russo, previsto para durar mais cinco temporadas. Ele explica que não pretende por enquanto voltar a jogar no Brasil.
- Estou muito bem na Europa. Já estou lá há um bom tempo e pretendo continuar – resume.
Sobre o seu outro time, o Treze, ele admite que não tem como acompanhar o futebol paraibano da Rússia e, por isso, está meio afastado. Mas como bom paraibano, está sempre torcendo pelo desenvolvimento do esporte no Estado.
- Sou trezeano, mas hoje eu torço mesmo para que o nosso futebol se desenvolva. Torço por todo o futebol da Paraíba - conclui.
Imagem: Reprodução
Atacante do Zenit diz que escolha por seu apelido nada tem a ver com o Verdão
Atacante do Zenit diz que escolha por seu apelido nada tem a ver com o Verdão
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