Vilson Tadei se irrita com vazamento da multa e estranha demora do Guarani
Cotado para deixar o Bugre em breve, treinador cobra definição da nova diretoria e frisa intenção de remontar elenco para o Campeonato Paulista.
Vilson Tadei está irritado com a indefinição de seu futuro. Com contrato até 31 de maio do ano que vem, o técnico não deve seguir no Guarani durante o Campeonato Paulista, mas ainda não foi informado pela diretoria - que, apesar da postura cautelosa, já admite a troca de comando. Tanta demora faz o treinador estranhar a postura cautelosa dos dirigentes.
Tadei se reuniu na segunda-feira com o futuro presidente Álvaro Negrão, com o vice Horley Senna e o diretor de futebol Cláudio Corrente. Avaliou o elenco durante os sete jogos que trabalhou na Série B e ouviu o que os cartolas pretendem para a próxima temporada. A definição, porém, ficou para a próxima semana.
- Em função do contrato que a gente tem, causa estranheza essa demora, porque seria muito simples decidir se fico ou não. Infelizmente aconteceram todos esses problemas (renúncia de Marcelo Mingone e escolha de uma nova diretoria) e a gente entende. O jeito é esperar, estou na expectativa de uma solução para formar ou não o elenco - afirmou o treinador, em entrevista por telefone à Rádio Bandeirantes de Campinas.
O principal entrave entre Tadei e o Guarani é a multa rescisória prevista em contrato. Caso uma das partes decida encerrar o vínculo antes do seu término, deve arcar com a dívida. Questionado sobre o assunto, o treinador ficou incomodado com o vazamento da informação.
- Nem sei como isso chegou, é uma coisa muito particular entre eu e o clube. Só não quero ser prejudicado. Tem gente querendo colocar o bedelho onde não deve. Se é uma cláusula sigilosa entre as partes, como isso sai na imprensa? Não é assim que funciona. Sou um profissional correto, que faz as coisas como têm que ser feitas. Se for para sair, sem problema nenhum. Não muda nada para mim - criticou.
Enquanto não é procurado pela diretoria do Guarani, Tadei tem na cabeça um início de planejamento para a pré-temporada, que começará no dia 3 de janeiro, quando os jogadores voltam de férias. Ao lado do filho e auxiliar-técnico, Mayco Tadei, o treinador até pensou em nomes de possíveis reforços. Mas a execução do plano passa pela manutenção de seu contrato.
- Frisei à diretoria que tenho interesse em continuar, fazer um trabalho para reconstruir o Guarani. Nós fizemos uma reunião muito amigável e tranquila. Eles (dirigentes) me ouviram e também tive a oportunidade de falar. Foi bastante proveitoso. Fico na expectativa de eles decidirem isso. Quem sabe até o dia 11 nós teremos alguma coisa definida.
Tadei está no Guarani desde a última semana de outubro, quando foi contratado por Mingone para substituir Oswaldo Alvarez, o Vadão. Em sete partidas, o treinador teve um aproveitamento de 19%, com uma vitória, um empate e cinco derrotas. Os maus resultados, aliados à discussão com o meia Danilo Sacramento, são os argumentos da diretoria para procurar um novo comandante.
Tadei se reuniu na segunda-feira com o futuro presidente Álvaro Negrão, com o vice Horley Senna e o diretor de futebol Cláudio Corrente. Avaliou o elenco durante os sete jogos que trabalhou na Série B e ouviu o que os cartolas pretendem para a próxima temporada. A definição, porém, ficou para a próxima semana.
- Em função do contrato que a gente tem, causa estranheza essa demora, porque seria muito simples decidir se fico ou não. Infelizmente aconteceram todos esses problemas (renúncia de Marcelo Mingone e escolha de uma nova diretoria) e a gente entende. O jeito é esperar, estou na expectativa de uma solução para formar ou não o elenco - afirmou o treinador, em entrevista por telefone à Rádio Bandeirantes de Campinas.
O principal entrave entre Tadei e o Guarani é a multa rescisória prevista em contrato. Caso uma das partes decida encerrar o vínculo antes do seu término, deve arcar com a dívida. Questionado sobre o assunto, o treinador ficou incomodado com o vazamento da informação.
- Nem sei como isso chegou, é uma coisa muito particular entre eu e o clube. Só não quero ser prejudicado. Tem gente querendo colocar o bedelho onde não deve. Se é uma cláusula sigilosa entre as partes, como isso sai na imprensa? Não é assim que funciona. Sou um profissional correto, que faz as coisas como têm que ser feitas. Se for para sair, sem problema nenhum. Não muda nada para mim - criticou.
Enquanto não é procurado pela diretoria do Guarani, Tadei tem na cabeça um início de planejamento para a pré-temporada, que começará no dia 3 de janeiro, quando os jogadores voltam de férias. Ao lado do filho e auxiliar-técnico, Mayco Tadei, o treinador até pensou em nomes de possíveis reforços. Mas a execução do plano passa pela manutenção de seu contrato.
- Frisei à diretoria que tenho interesse em continuar, fazer um trabalho para reconstruir o Guarani. Nós fizemos uma reunião muito amigável e tranquila. Eles (dirigentes) me ouviram e também tive a oportunidade de falar. Foi bastante proveitoso. Fico na expectativa de eles decidirem isso. Quem sabe até o dia 11 nós teremos alguma coisa definida.
Tadei está no Guarani desde a última semana de outubro, quando foi contratado por Mingone para substituir Oswaldo Alvarez, o Vadão. Em sete partidas, o treinador teve um aproveitamento de 19%, com uma vitória, um empate e cinco derrotas. Os maus resultados, aliados à discussão com o meia Danilo Sacramento, são os argumentos da diretoria para procurar um novo comandante.
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