Atacante Souza descarta racha no Bahia: "Fora de campo não precisa ser amigo"
Atacante garante que elenco do Tricolor não tem problema de relacionamento.
Com o Bahia em situação delicada na Série A do Campeonato Brasileiro, diversas teorias surgiram para explicar o momento do clube. A última delas foi a de um possível racha no elenco. A versão ganhou força quando Souza afirmou, após o empate em 1 a 1 com o Atlético-GO, que o clube vivia um momento de crise (assista ao vídeo ao lado). No entanto, o atacante garante que o desabafo foi em referência à situação da equipe na tabela de classificação e não ao ambiente entre os companheiros de time.
- Se tem racha, eu não tenho visto racha. Nós somos um grupo. A gente tem que ser amigo dentro de campo e nos treinamentos. Fora de campo não precisa ser amigo. Que eu saiba, não existe nenhum problema. Não tenho problema com nenhum jogador e, pelo que eu sei, nenhum jogador tem problema comigo. Meu amigo particular é Titi. Os outros são meus colegas de trabalho. São poucos que vão em minha casa jantar comigo. Fora de campo não precisa ser amigo – afirmou o atacante.
O discurso do atacante foi o mesmo do auxiliar técnico Eduardo Barroca. Interino pela segunda vez nesta Série A do Campeonato Brasileiro, ele defende os jogadores e cita o comprometimento em tirar o Bahia desta situação.
- Vou completar dois anos. Conheço todos esses jogadores. Não há crises. Quando os resultados não acontecem, as coisas de fora para dentro acabam se perpetuando. Se houvesse crise, já teria implodido. Não tem isso. Os jogadores estão inteiramente comprometidos – disse.
Além de defender os jogadores, Barroca negou que a saída de Caio Júnior tenha alguma relação com o relacionamento com os atletas. A versão apresentada pelo treinador foi de que vai acompanhar o filho e a mulher, que vão morar nos Estados Unidos.
- Foi uma situação familiar, e a gente tem que respeitar isso. Ele vinha fazendo um belo trabalho. É muito correto, profissional. A gente tem que respeitar uma situação familiar. Os jogadores entenderam isso. Todos nós respeitamos o Caio, e agora a gente tem que pensar no segundo turno – defendeu Eduardo Barroca.
- Se tem racha, eu não tenho visto racha. Nós somos um grupo. A gente tem que ser amigo dentro de campo e nos treinamentos. Fora de campo não precisa ser amigo. Que eu saiba, não existe nenhum problema. Não tenho problema com nenhum jogador e, pelo que eu sei, nenhum jogador tem problema comigo. Meu amigo particular é Titi. Os outros são meus colegas de trabalho. São poucos que vão em minha casa jantar comigo. Fora de campo não precisa ser amigo – afirmou o atacante.
O discurso do atacante foi o mesmo do auxiliar técnico Eduardo Barroca. Interino pela segunda vez nesta Série A do Campeonato Brasileiro, ele defende os jogadores e cita o comprometimento em tirar o Bahia desta situação.
- Vou completar dois anos. Conheço todos esses jogadores. Não há crises. Quando os resultados não acontecem, as coisas de fora para dentro acabam se perpetuando. Se houvesse crise, já teria implodido. Não tem isso. Os jogadores estão inteiramente comprometidos – disse.
Além de defender os jogadores, Barroca negou que a saída de Caio Júnior tenha alguma relação com o relacionamento com os atletas. A versão apresentada pelo treinador foi de que vai acompanhar o filho e a mulher, que vão morar nos Estados Unidos.
- Foi uma situação familiar, e a gente tem que respeitar isso. Ele vinha fazendo um belo trabalho. É muito correto, profissional. A gente tem que respeitar uma situação familiar. Os jogadores entenderam isso. Todos nós respeitamos o Caio, e agora a gente tem que pensar no segundo turno – defendeu Eduardo Barroca.
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