Técnico Wilson Caju quer continuar comandando o Basquete em cadeira de rodas
Wilson Caju comenta desempenho da Seleção Brasileira nas Paralimpíadas de Londres e diz que não sabe se vai continuar.
Depois da Seleção Brasileira de Basquete em cadeira de rodas ter sido eliminada ainda na primeira fase das Paralimpíadas de Londres , tendo vencido apenas um dos quatro jogos que realizou, a delegação voltou ao Brasil com o sonho de medalha atrasado por pelo menos mais quatro anos.
Apesar da frustração, o técnico da seleção, Wilson Caju, reconhece o alto nível da competição e diz que a falta de experiência internacional da jovem equipe brasileira possa ter sido um fator para a eliminação prematura.
- Nós viajamos com planos de voltar entre as cinco melhores do mundo e até mesmo com uma medalha. O nível da competição era extremamente alto e a chave em que caímos era muito forte, com seleções como Inglaterra, Canadá e Holanda. Infelizmente, a única experiência internacional que as nossas jogadoras possuíam vinham dos jogos de Guadalajara, do ano passado.
No entanto, Caju afirma que a participação, apesar das derrotas, acarretou coisas boas para todas as jogadoras e que o único que pode ser culpado é ele mesmo.
- Nossas jogadoras foram ótimas, não posso reclamar delas. Mesmo enfrentando seleções superiores, elas mostraram que tinham vontade e isso pode ser provado. Voltamos para casa cedo, mas voltamos com a cestinha das Paralimpíadas, Lia, que também foi a maior pontuadora em um jogo de toda a competição. Acho que se alguém tem que levar a culpa, sou eu, que devo ter errado em algum momento na hora da preparação. Todas elas estão de parabéns.
Futuro do treinador é incerto
Apesar de ter terminado seu ciclo como treinador da Seleção Brasileira, Caju ainda tem a expectativa de continuar como técnico da equipe até as Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro.
- Eu gostaria de continuar como técnico da seleção e buscar essa medalha nos Jogos do Rio de Janeiro. Acho que por grande parte das jogadoras fazer parte da All Star Roda, clube que sou treinador, já facilita o processo para mim, mas como existe toda uma política de eleiçã, não sei se vou permanecer.
Apesar da frustração, o técnico da seleção, Wilson Caju, reconhece o alto nível da competição e diz que a falta de experiência internacional da jovem equipe brasileira possa ter sido um fator para a eliminação prematura.
- Nós viajamos com planos de voltar entre as cinco melhores do mundo e até mesmo com uma medalha. O nível da competição era extremamente alto e a chave em que caímos era muito forte, com seleções como Inglaterra, Canadá e Holanda. Infelizmente, a única experiência internacional que as nossas jogadoras possuíam vinham dos jogos de Guadalajara, do ano passado.
No entanto, Caju afirma que a participação, apesar das derrotas, acarretou coisas boas para todas as jogadoras e que o único que pode ser culpado é ele mesmo.
- Nossas jogadoras foram ótimas, não posso reclamar delas. Mesmo enfrentando seleções superiores, elas mostraram que tinham vontade e isso pode ser provado. Voltamos para casa cedo, mas voltamos com a cestinha das Paralimpíadas, Lia, que também foi a maior pontuadora em um jogo de toda a competição. Acho que se alguém tem que levar a culpa, sou eu, que devo ter errado em algum momento na hora da preparação. Todas elas estão de parabéns.
Futuro do treinador é incerto
Apesar de ter terminado seu ciclo como treinador da Seleção Brasileira, Caju ainda tem a expectativa de continuar como técnico da equipe até as Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro.
- Eu gostaria de continuar como técnico da seleção e buscar essa medalha nos Jogos do Rio de Janeiro. Acho que por grande parte das jogadoras fazer parte da All Star Roda, clube que sou treinador, já facilita o processo para mim, mas como existe toda uma política de eleiçã, não sei se vou permanecer.
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