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Ney Franco exalta evolução da Lusa mas lembra força do São Paulo em casa

Mesmo irregular no Campeonato Brasileiro, Tricolor ganhou oito dos 11 jogos que disputou no estádio do Morumbi ao longo da competição.

São Paulo e Portuguesa se enfrentaram há cerca de três meses pelo primeiro turno do Campeonato Brasileiro. Jogando no Canindé, a Lusa levou a melhor: 1 a 0, gol de Ivan, em partida que marcou a estreia do goleiro Dida. Ney Franco, que ainda não era o técnico tricolor à época, exaltou a evolução de ambas as equipes e disse que espera ver seu time fazendo valer o “fator Morumbi” neste sábado.

Imagem: ReproduçãoClique para ampliarNey Franco diz estar bem atento ao time da Lusa (Imagem:Reprodução)Ney Franco diz estar bem atento ao time da Lusa
O atual comandante são-paulino demonstrou conhecimento sobre o adversário deste fim de semana, lembrando não só boa parte dos jogadores pelo nome, como também recordando uma mudança tática sofrida pela Portuguesa ao longo do Brasileirão.

– Eu vi muito progresso da Portuguesa no Brasileirão, com a mudança de sistema de jogo. Era um equipe que jogava no 3-5-2 e hoje utiliza uma linha de quatro. Tem grandes jogadores como o Léo Silva, que é o cérebro do meio-campo, o Dida, que é experiente, o Bruno Mineiro... Mas jogando dentro de casa a gente espera ter competência para vencer – afirmou.

Jogando em casa, o aproveitamento do São Paulo na competição aumenta sensivelmente. Os atuais 50%, que mantém a equipe na sexta colocação, com 36 pontos, sobem para cerca de 75%. Em 33 pontos disputados no Morumbi, o Tricolor conquistou 25: oito vitórias, um empate e duas derrotas. Na última oportunidade dentro dos seus domínios, 1 a 1 com o Internacional.

Curiosamente, os únicos dois times que venceram o São Paulo jogando como visitantes estão, ambos, à frente na tabela: Vasco e Grêmio, terceiro e quarto colocados e concorrentes diretos por uma vaga no G-4 do Campeonato Brasileiro. Para evitar novo tropeço em casa, o técnico Ney Franco exaltou a importância de mudanças construtivas na equipe.

– Como técnico, tenho de estar atento o tempo todo. Perdemos alguns jogos por erros individuais, que são técnicos, e não tem nada a ver com a forma do time jogar. Mas no último jogo, por exemplo, percebi que a todo momento podíamos dar contra-ataques. Ali fiz uma opção tática, usando dois atacantes abertos, mais os meias chegando – explicou.
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