Jogador Barcos do verdão passa maior jejum de gols mas díz que o importante é o time ganhar
Argentino chega a sete jogos sem marcar e se incomoda com falta de chances. Gols do atacante ajudam a tirar Palmeiras do sufoco
Houve um momento na temporada do Palmeiras em que todos os gols do time eram marcados por Hernán Barcos. Hoje, porém, o panorama é diferente. Há sete jogos sem marcar, o atacante igualou seu maior jejum dentro do clube e tem tentado ajudar de outras formas, saindo mais da área e dando assistências. Para o atacante, a falta de gols tem explicação: ele se sente muito isolado no comando do ataque do Palmeiras.
Barcos fez 21 gols na temporada, sete deles no Campeonato Brasileiro. O primeiro jejum do argentino com a camisa do Verdão foi entre os meses de abril e junho, entre o fim do Paulistão e o começo da competição nacional. Atualmente, o último marcado foi contra o Atlético-GO, em 19 de agosto, uma derrota por 2 a 1 no Serra Dourada. Até aquele jogo, o Pirata havia engatado uma sequência impressionante – os sete últimos gols do time eram dele. Antes, ele estava bem servido. Agora, tem passado “fome” no ataque palmeirense.
– Agora tenho de fazer de tudo, sair da área, por exemplo. Caso contrário, fico o jogo todo sem pegar na bola. Mas estou tentando ajudar o grupo – explicou Barcos.
Na vitória por 3 a 1 sobre o Figueirense, sábado, o Pirata teve apenas duas finalizações, e ambas pressionadas pela defesa adversária. Por outro lado, ele iniciou a jogada que resultou no gol de Marcos Assunção. Barcos teve de se distanciar do gol para buscar a bola e cruzar na área – onde ele deveria estar normalmente.
– Não estou tendo muitas opções de gol, mas sempre digo que o importante é a equipe ganhar. No jogo passado eu não fiz gol, mas participei e fiquei contente. O que me preocupa é quando tenho muitas situações e não consigo fazer gols. Mas se não tenho muitas chances, o negócio é seguir trabalhando – analisou Barcos.
Apesar da ausência dos gols de seu principal atacante, o técnico Gilson Kleina não vê motivos para os palmeirenses e jogador entrarem em desespero. O comandante enalteceu as qualidades do argentino e disse que já pensa em como fazer o camisa 9 se reencontrar com as redes adversárias.
– Acho que não precisa entrar na ansiedade para o Barcos fazer gol todo jogo. No primeiro momento temos de pensar na vitória do Palmeiras. Barcos é inteligente, trabalha bem fora da área. É um jogador de referência, mas que não se aperta. Precisamos ver como fazer para que ele marque, se com jogadas pelas laterais. Isso só com o entrosamento – disse o treinador.
A esperança do Pirata é que esse panorama mude com a chegada do técnico Gilson Kleina, que já teve uma conversa com o atacante sobre o posicionamento ofensivo da equipe. Barcos gostou da postura do novo comandante, que espera vê-lo com mais chances de gol já na partida do próximo sábado contra a Ponte Preta, às 21h (horário de Brasília), no Pacaembu.
Inspirado pela convocação à seleção argentina e pela proximidade da meta estabelecida em sua chegada, Barcos espera que a filosofia de Kleina dê resultado. O objetivo é chegar aos 27 gols. Faltam só seis para ganhar um churrasco prometido pelo ex-técnico do Palmeiras, Luiz Felipe Scolari.
Barcos fez 21 gols na temporada, sete deles no Campeonato Brasileiro. O primeiro jejum do argentino com a camisa do Verdão foi entre os meses de abril e junho, entre o fim do Paulistão e o começo da competição nacional. Atualmente, o último marcado foi contra o Atlético-GO, em 19 de agosto, uma derrota por 2 a 1 no Serra Dourada. Até aquele jogo, o Pirata havia engatado uma sequência impressionante – os sete últimos gols do time eram dele. Antes, ele estava bem servido. Agora, tem passado “fome” no ataque palmeirense.
– Agora tenho de fazer de tudo, sair da área, por exemplo. Caso contrário, fico o jogo todo sem pegar na bola. Mas estou tentando ajudar o grupo – explicou Barcos.
Na vitória por 3 a 1 sobre o Figueirense, sábado, o Pirata teve apenas duas finalizações, e ambas pressionadas pela defesa adversária. Por outro lado, ele iniciou a jogada que resultou no gol de Marcos Assunção. Barcos teve de se distanciar do gol para buscar a bola e cruzar na área – onde ele deveria estar normalmente.
– Não estou tendo muitas opções de gol, mas sempre digo que o importante é a equipe ganhar. No jogo passado eu não fiz gol, mas participei e fiquei contente. O que me preocupa é quando tenho muitas situações e não consigo fazer gols. Mas se não tenho muitas chances, o negócio é seguir trabalhando – analisou Barcos.
Apesar da ausência dos gols de seu principal atacante, o técnico Gilson Kleina não vê motivos para os palmeirenses e jogador entrarem em desespero. O comandante enalteceu as qualidades do argentino e disse que já pensa em como fazer o camisa 9 se reencontrar com as redes adversárias.
– Acho que não precisa entrar na ansiedade para o Barcos fazer gol todo jogo. No primeiro momento temos de pensar na vitória do Palmeiras. Barcos é inteligente, trabalha bem fora da área. É um jogador de referência, mas que não se aperta. Precisamos ver como fazer para que ele marque, se com jogadas pelas laterais. Isso só com o entrosamento – disse o treinador.
A esperança do Pirata é que esse panorama mude com a chegada do técnico Gilson Kleina, que já teve uma conversa com o atacante sobre o posicionamento ofensivo da equipe. Barcos gostou da postura do novo comandante, que espera vê-lo com mais chances de gol já na partida do próximo sábado contra a Ponte Preta, às 21h (horário de Brasília), no Pacaembu.
Inspirado pela convocação à seleção argentina e pela proximidade da meta estabelecida em sua chegada, Barcos espera que a filosofia de Kleina dê resultado. O objetivo é chegar aos 27 gols. Faltam só seis para ganhar um churrasco prometido pelo ex-técnico do Palmeiras, Luiz Felipe Scolari.
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